Oruam em show pedindo liberdade para seu Marcinho VP. Foto: Redes Sociais/Reprodução
Neste fim de semana, correram informações de que o cantor de funk Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, de 25 anos, mais conhecido pelo nome artístico Oruam, teria planos para se candidatar à uma vaga de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Segundo a página "Bangu ao Vivo", o filho de Marcinho VP, líder da facção Comando Vermelho (CV), tentaria o pleito nas eleições de 2026.
Sem dizer partido, o blog afirma que confirmou a pretensão após a equipe conversar, com exclusividade, com familiares do carioca e que o "projeto político será anunciado oficialmente nos próximos meses".
Em resposta, o funkeiro compartilhou a informação através dos stories em suas redes sociais no formato de enquete, questionando quem votaria nele.
No mês de setembro, mais especificamente dia 29, o cantor deixou a Penitenciária Serrano Neves, no bairro de Bangu, localizado na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O ministro Joel Ilan Paciornik, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), concedeu uma liminar, que revogou a prisão preventiva de Oruam.
Na saída do presídio, o artista foi recebido por fãs e posou para fotos fazendo gestos irônicos.
A decisão foi tomada após pedido do advogado Gustavo Mascarenhas, responsável pela defesa do artista.
Na decisão, o ministro destacou que a fundamentação usada pelo tribunal para decretar a prisão preventiva de Oruam “revela-se insuficiente, em princípio, para a imposição da segregação antecipada”.
Segundo Paciornik, “utilizou-se o julgador de primeiro grau de argumentos vagos para se reportar ao risco de reiteração delitiva, por ter o recorrente publicado o ocorrido em redes sociais, bem como a provável possibilidade de fuga, que teria sido cogitada pelo próprio recorrente”.
O magistrado também ressaltou que o rapper é primário e que se apresentou espontaneamente para cumprir o mandado de prisão.
1
3
12:16, 27 Abr
27
°c
Fonte: OpenWeather
Entre as condições impostas está o uso obrigatório de tornozeleira eletrônica, além da proibição de acesso às redes sociais e de contato com outros investigados.
O deputado justifica a medida com base nos prejuízos que as salas cheias causam ao desenvolvimento intelectual e social.
A proposta busca evitar que motoristas sejam surpreendidos por mudanças repentinas na lei sem o devido esclarecimento prévio.
mais notícias
+