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Oruam, filho de Marcinho VP, critica operação no Rio: "A mídia descobriu que matar bandido vende"

O cantor de rapper usou as redes sociais para criticar a megaoperação policial realizada no Rio de Janeiro na terça-feira, 28 de outubro.

Fernanda Diniz

29 de outubro de 2025 às 18:55   - Atualizado às 18:56

Oruam em show pedindo liberdade para seu Marcinho VP.

Oruam em show pedindo liberdade para seu Marcinho VP. Foto: Redes Sociais/Reprodução

O cantor Oruam, filho de Marcinho VP, um dos líderes do Comando Vermelho, usou as redes sociais para criticar a megaoperação policial realizada no Rio de Janeiro nesta semana. O rapper afirmou que a sociedade “descobriu que matar bandido vende muito” e criticou o tratamento dado ao tema. (Veja vídeo abaixo)

“A mídia descobriu que matar bandido vende muito… A sociedade gosta de sangue. Ela usa o bandido como o maior vilão para esconder os verdadeiros criminosos, que vivem em mansões e pagam ao governo para não serem vistos”, declarou Oruam.

Veja vídeo: 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

Posicionamento de Cláudio Castro

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), afirmou que o governo do Estado "não vai ficar chorando por ajuda do governo federal no combate ao crime.

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Em coletiva no Palácio Guanabara, um dia após a megaoperação contra integrantes do Comando Vermelho, o chefe do Executivo fluminense disse que "quem quiser somar com o Rio no combate a criminalidade é bem-vindo". Os outros, "sumam".

"Todo aquele que quiser vir para cá no intuito de somar, seja governador, seja ministro ou qualquer outra autoridade, é bem-vindo. Quem quiser somar com o Rio de Janeiro nesse momento no combate a criminalidade é bem-vindo. Os outros que querem fazer confusão, que querem fazer politicagem, a nosso único recado é: suma. Ou soma ou suma", afirmou o governador.

Na terça, Castro afirmou que o Estado enfrenta o crime organizado "sozinho", uma vez que as forças federais, segundo ele, não o ajudam. O Ministério da Justiça, no entanto, rebateu a informação, alegando que atendeu todas as solicitações para atuação da Força Nacional no Estado.

O governador disse que o Estado não teve auxílio de forças federais na megaoperação. Mas também disse que o governo estadual não pediu ajuda à União "desta vez", porque já houve três negativas de ajuda anteriormente.

"Nós já entendemos que a política é de não ceder. Falam que tem que ter GLO (Garantia da Lei da Ordem), que tem que ter isso, que tem que ter aquilo, que podiam emprestar o blindado e depois não podiam mais emprestar porque o servidor que opera o blindado é um servidor federal. O presidente já falou que ele é contra GLO. A gente entendeu que a realidade é essa e a gente não vai ficar chorando pelos cantos", afirmou Castro.

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