Bolsonaro ao lado de Wagner Rosário, na época em que era ex-controlador-geral da União. Foto: Marcos Corrêa/PR
O novo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), Wagner Rosário, se emocionou ao mencionar o ex-presidente Jair Bolsonaro durante seu discurso de posse, na sexta-feira, 7 de novembro. A cerimônia contou com a presença do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), responsável pela indicação de Rosário ao cargo. (veja vídeo abaixo)
Ex-controlador-geral da União durante o governo Bolsonaro e, posteriormente, controlador-geral do Estado de São Paulo, Rosário chorou ao agradecer ao ex-presidente, dirigindo-se a Flávio Bolsonaro.
“Flávio, faço uma homenagem ao seu pai, que me permitiu dar continuidade ao meu trabalho como controlador-geral. Gostaria de contar hoje com a presença dele nesse auditório. Mas eu confio muito nas instituições brasileiras e sei que em breve estará conosco”, declarou, interrompendo a fala por alguns instantes devido à emoção.
Durante o momento, Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas também se emocionaram. Após uma breve pausa, o governador paulista retomou a palavra e reforçou sua gratidão ao ex-presidente.
“Quero dizer, Flávio, que seu pai está aqui conosco. Você representa ele aqui e ele está muito feliz com a posse de Rosário no TCE. Gratidão é algo que não prescreve e não vai prescrever nunca. Sou muito grato ao presidente Bolsonaro por tudo”, afirmou.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou na sexta-feira, 7 de novembro, maioria de votos para manter a condenação ex-presidente Jair Bolsonaro e mais seis réus na ação penal do Núcleo 1 da trama golpista.
Os votos foram proferidos durante o julgamento virtual dos recursos protocolados pelas defesas dos condenados para evitar a execução das penas em regime fechado.
Até o momento, o relator, Alexandre de Moraes, e os ministros Flávio Dino e Cristiano Zanin votaram pela manutenção das condenações. Falta o voto da ministra Cármen Lúcia.
Luiz Fux não vai votar. No mês passado, o ministro mudou para a Segunda Turma da Corte após votar pela absolvição de Bolsonaro. A votação permanece aberta até a próxima sexta-feira, 14 de novembro.
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Para o presidente estadual da sigla, Tecio Teles, a chegada reflete um movimento mais amplo dentro do estado.
"Com a promulgação desta lei, reafirmamos, o compromisso do nosso governo com a valorização dos profissionais da educação", disse Raquel Lyra.
Ao justificar a recusa, o órgão afirmou que a reunião dos dados poderia "sobrecarregar o órgão destinatário, desestabilizar suas operações e desorganizar suas funções".
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