Deputados federais Nikolas Ferreira e Guilherme Boulos Fotos: Mario Agra e Bruno Spada/Câmara dos Deputados
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, declarou na sexta-feira, 15 de novembro, seu apoio a uma proposta do deputado Guilherme Boulos (PSOL-SP) para reduzir supersalários nos três poderes da República e no Ministério Público. A manifestação ocorreu por meio das redes sociais.
Ferreira afirmou concordar com a iniciativa e aproveitou a oportunidade para criticar o uso do fundo eleitoral, que também propõe extinguir.
“Destaco que não só apoio medidas assim, bem como proponho também a extinção do fundão eleitoral, do qual ele [Boulos] utilizou R$ 80 milhões em sua campanha”, declarou.
O parlamentar lembrou que propostas similares enfrentaram resistência no Congresso Nacional e que, embora apoie a ideia, seguirá atento ao que classificou como "populismo barato sem efetividade”.
Durante a semana, Guilherme Boulos anunciou no plenário da Câmara que apresentará um projeto de lei (PL) para combater os chamados "privilégios dos supersalários". Segundo o parlamentar do PSOL, a medida poderia economizar até R$ 5 bilhões por ano para os cofres públicos.
Boulos, aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), defende que o projeto aborde de forma abrangente os altos salários do Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público, promovendo maior equidade no gasto público.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) utilizou seu perfil no X, antigo Twitter, em outubro deste ano para ironizar a determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que liberou o retorno da rede social no Brasil após o 1° turno das Eleições 2024.
"X voltou logo após as eleições do primeiro turno? Que coincidência, Xandinho", escreveu o parlamentar.
Quando o acesso aos brasileiros retornou, Nikolas voltou a pedir a saída do magistrado da Suprema Corte.
"Voltou? Então, #foramoraes", postou.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes disse que as eleições municipais de 2024 influenciaram a decisão que ordena o desbloqueio imediato do X no Brasil.
Moraes admitiu na decisão que as eleições municipais pesaram na suspensão da rede social, determinada por ele de forma monocrática em 30 de agosto, e depois apoiada pela Primeira Turma do Supremo.
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