O presidente também afirmou que, o G20 precisa discutir uma série de medidas para "reduzir o custo de vida e promover jornadas de trabalho mais equilibradas".
Presidente Lula discursando na cerimônia de encerramento do G20 Social. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse há pouco, em cerimônia de encerramento do G20 Social, que para ter sucesso, os governos precisam romper com a dissonância entre a voz do mercado e a voz das ruas.
Lula disse esperar que o G20 Social, derivação social do G20 criada sob a presidência brasileira, prossiga ativo nos próximos anos, e convocou os movimentos sociais integrantes a continuar os trabalhos mesmo fora da agenda de encontros do grupos das 20 maiores economias do mundo, para que não desidrate a exemplo do Fórum Mundial Social.
"A presidência brasileira do G20 deixará legado robusto. Mas ainda há muito por fazer para melhorar a vida das pessoas. Para chegar ao coração dos cidadãos comuns, governos precisam romper com a dissonância cada vez maior entre a voz dos mercados e voz das ruas. O neoliberalismo agravou a desigualdade econômica e política que hoje assola as democracias", disse Lula.
Entre no nosso canal de transmissão no WhatsApp e receba as notícias do Portal de Prefeitura no seu celular
Segundo Lula, o G20 precisa discutir uma série de medidas para "reduzir o custo de vida e promover jornadas de trabalho mais equilibradas", tema em alta na discussão doméstica brasileira.
Ele listou, ainda, a necessidade de se comprometer de fato com a paz, evitando conflitos; ouvir a juventude; e preservar o espaço público de debates "para que o extremismo não gere retrocessos nem ameace direitos".
O presidente prometeu, por fim, levar as propostas do documento final do G20 Social para a cúpula de líderes e trabalhar junto à próxima presidência do grupo, da África do Sul, para que as recomendações sejam consideradas nas próximas discussões.
Estadão Conteúdo
2
3
4
14:53, 26 Mar
30
°c
Fonte: OpenWeather
Alinhado à ordem executiva da Casa Branca, Comitê Olímpico restringe categoria feminina a mulheres biológicas e adota critério do gene SRY.
Espaço garante mais conforto e segurança aos pequeninos com sete novas salas de aula, cozinha ampliada e outros locais reformados.
Nova política de elegibilidade limita categoria feminina a mulheres biológicas e restringe participação de atletas com DSD, como Caster Semenya.
mais notícias
+