Presidente Lula. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em entrevista a RedeTV, afirmou que proibiu a entrada de celulares em seu gabinete. Segundo ele, a restrição é uma questão de segurança e também porque não gosta de conversa cifrada pelo celular.
"Isso aqui (o celular) não é seguro mesmo quando está desligado. A nossa segurança é não deixar celular entrar aonde não deve entrar", disse Lula.
O Chefe do Executivo também destacou que prefere não receber ligações no horário do almoço às 13h e após as 21h.
"Não adianta o cara me falar: “Presidente, o senhor está sabendo que tal jornal vai fazer uma matéria contra você?”. Faça. Eu não vou pedir para não fazer. Faça. Sabe, 23h: “Presidente, o senhor sabe quem morreu?”. E daí? Por que eu quero saber que o cara morreu 11 horas da noite? Eu não vou poder fazer nada. Deixa para me ligar às 8h, sabe? Porque aí eu vou poder tratar, ir para o enterro", afirmou o presidente.
Em julho do ano passado, Lula já havia falado sobre o assunto, onde revelou que proibia a entrada de celulares em seu gabinete. Na época durante uma transmissão do 'Conversa com o Presidente', ele criticou o uso abusivo do aparelho.
"No meu gabinete da presidência, ninguém entra com telefone celular. O cara marca uma coisa com o presidente e, daqui a pouco, o cara está lá, o presidente sentado, e o cara no celular, conversando com alguém que ele não marcou audiência", declarou Lula.
De acordo com o site PlenoNews, o presidente não seu próprio celular e que ele se comunica com os ministro do governo e aliados por celulares de pessoas próximas, incluindo a primeira-dama, Janja da Silva.
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Candidato do PT chegou ao local de votação acompanhado da primeira-dama Janja, do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), e dos ex-ministros Marina Silva, Simone Tebet e Fernando Haddad.
Candidato do PL chegou para votar ao lado da esposa Fernanda Bolsonaro, na Escola Municipal Barão Homem de Melo, em Vila Isabel, na zona norte do Rio de Janeiro.
A eleição de 2026 foi marcada por uma série de medidas judiciais contra informações falsas, especialmente publicações nas redes sociais.
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