O petista também falou sobre o escândalo das fraudes em descontos associativos do INSS. De acordo com ele, os criminosos foram criados e ficaram ricos durante a gestão de Bolsonaro.
12 de setembro de 2026 às 09:31 - Atualizado às 09:33
Lula, Presidente da República Foto: PR/ Ricardo Stuckert.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira, 11, que o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, se tornou um presidiário no governo dele, enquanto que na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ele havia sido transformado em banqueiro. A fala do presidente faz parte da estratégia de Lula de se descolar do escândalo, que agora contamina uma crise no Supremo Tribunal Federal (STF). (Confira vídeo)
"Eles criaram um banqueiro chamado Vorcaro, em 2019. Na época deles, o bandido virou banqueiro. No meu mandato, ele virou prisioneiro porque foi o maior golpe da história desse País", disse o presidente em um comício em Porto Alegre (RS).
Lula também falou sobre o escândalo das fraudes em descontos associativos do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). De acordo com ele, os criminosos foram criados e ficaram ricos durante a gestão de Bolsonaro, com a trama sendo desmontada e os envolvidos presos durante a gestão petista.
"A direita tentou jogar nas nossas costas a responsabilidade da corrupção na Previdência Social", disse o candidato à reeleição
Lula participou de um comício no Centro Histórico de Porto Alegre. Ele esteve acompanhado da candidata apoiada por ele ao Palácio Piratini, Juliana Brizola (PDT), e os dois candidatos governistas ao Senado: Paulo Pimenta (PT) e Manuela dÁvila (PSOL).
Estadão Conteúdo
1
2
3
10:31, 12 Set
28
°c
Fonte: OpenWeather
A ministra Estela Aranha votou pelo indeferimento do registro em razão da inelegibilidade de Marçal. O entendimento foi acompanhado por todos os demais ministros
Entre os 314 conteúdos suspeitos coletados entre 16 e 26 de agosto em redes sociais e aplicativos de mensagem, foi constatado o uso de IA em 282 deles. Desses conteúdos, a maioria deles era deepfake.
O instituto entrevistou 2.002 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 8 e 11 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança, 95%
mais notícias
+