Moraes, Bolsonaro e Gayer. Fotos: Ton Molina/STF e Reprodução/Redes Sociais.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta sexta-feira, 8 de agosto, pedido do deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Na segunda-feira, 4 de agosto, Moraes decretou a prisão domiciliar do ex-presidente e restringiu as visitas a Bolsonaro, que mora em Brasília. Sem dar detalhes, o ministro afirmou que Gayer é investigado pela Corte em um processo sigiloso, que tem conexão com investigações envolvendo o ex-presidente.
Uma das cautelares determinadas contra Bolsonaro impede que o ex-presidente tenha contato com investigados nas ações penais da trama golpista, no inquérito sobre a atuação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por incitar o governo dos Estados Unidos a adotar medidas contra o governo brasileiro e a ministros da Corte, além de outras investigações.
“Em face da medida cautelar imposta ao custodiado Jair Messias Bolsonaro pela decisão de 17/7/2025, consistente em proibição de comunicar-se com réus ou investigados em ações penais ou Inq/Pets conexas, inclusive por meio de terceiros, indefiro a autorização de visita para Gustavo Gayer Machado de Araújo, uma vez que é investigado na PET 12.042/DF”, decidiu o ministro.
Nessa quinta-feira, 7 de agosto, Moraes autorizou outros deputados aliados e os médicos particulares de Bolsonaro a realizar visitas. Filhos e netos do ex-presidente podem visitá-lo sem autorização prévia.
Na manhã desta quarta-feira, 6 de agosto, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) receba visitas sem a necessidade de autorização prévia. A medida é válida apenas para filhos, netos e cunhados.
Moraes determinou, na última segunda (4), a prisão domiciliar de Bolsonaro. Além disso, determinou o confisco do celular do ex-presidente. O ministro concluiu que o ex-presidente descumpriu as medidas cautelares impostas inicialmente.
No mês passado, Moraes determinou diversas medidas cautelares contra Bolsonaro, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica e restrição ao uso de redes sociais, incluindo perfis de terceiros.
No decreto de prisão domiciliar, o ministro destacou que Flávio Bolsonaro e outros dois filhos do ex-presidente, Carlos e Eduardo, publicaram em suas redes sociais postagens de agradecimento de Bolsonaro aos apoiadores que compareceram aos atos realizados ontem (3). Dessa forma, segundo Moraes, houve descumprimento das restrições determinadas anteriormente.
As medidas cautelares foram determinadas no inquérito no qual Eduardo Bolsonaro, deputado federal pelo PL de São Paulo, é investigado pela sua atuação junto ao governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para promover medidas de retaliação contra o governo brasileiro e ministros do Supremo.
Em março deste ano, Eduardo pediu licença do mandato parlamentar e foi morar nos Estados Unidos, sob a alegação de perseguição política.
Nesse processo, o ex-presidente é investigado por mandar recursos, via Pix, para bancar a estadia de seu filho no exterior. Bolsonaro também é réu na ação penal da trama golpista no Supremo. O julgamento deve ocorrer em setembro.
Com informaões Agência Brasil
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