Alexandre de Moraes, ministro do STF. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) têm feito apelos diretos ao colega Alexandre de Moraes para que modere suas decisões recentes. A prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, determinada pelo ministro, teria gerado preocupação e desconforto crescente na Corte, sobretudo pelo potencial de acirramento político. As informações são da revista Veja.
De acordo com a apuração, pelo menos quatro ministros procuraram Moraes nos últimos dias para pedir a reconsideração da medida, apontando possíveis efeitos negativos no cenário político. Nos bastidores, parte do tribunal considera a decisão excessiva diante do contexto atual do caso.
O clima interno estaria mais tenso, alimentado por pressões externas e discussões sobre supostos excessos. Embora o STF tenha emitido nota reafirmando que cumpre a Constituição e que as decisões de Moraes foram confirmadas pelo colegiado, há um núcleo que defende a redução de tensões e ajustes estratégicos para preservar a pauta do semestre.
A mensagem enviada a Moraes, segundo Veja, foi clara: diminuir a intensidade das medidas, evitar novos confrontos e manter o foco no julgamento de mérito previsto para os próximos meses. O objetivo não seria abandonar a postura firme, mas calibrar o timing e os fundamentos das decisões.
O vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL) fez duras críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na última sexta-feira, 8 de agosto, em publicação do seu perfil no X.
Em tom de desabafo, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que o magistrado estaria conduzindo uma ofensiva para destruir física e psicologicamente o ex-chefe do Executivo.
“Está escancarado: Alexandre de Moraes está decidido a matar Jair Bolsonaro”, escreveu o parlamentar, alegando que o ministro, a quem chamou de “guardião da Constituição”, teria se tornado “seu coveiro”.
Carlos Bolsonaro citou o atentado sofrido pelo pai em 2018, durante a campanha presidencial, atribuindo a autoria a um ex-filiado do PSOL.
Ele lembrou que, desde o episódio, Bolsonaro passou por sete cirurgias de emergência e, segundo o vereador, enfrenta agora uma “perseguição homeopática e calculada” que visa desgastá-lo.
"Após a tentativa de assassinato cometida por antigo filiado de partido aliado ao PT (PSOL), Bolsonaro sobreviveu a sete cirurgias de emergência – e, desde então, é vítima de uma perseguição homeopática e calculada para destruí-lo física e psicologicamente, junto com seus aliados e o povo que ousa não se submeter", disse Carlos no X.
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