Lula será enrendo de carnaval. Foto: Reprodução/Redes sociais
A escola de samba Acadêmicos de Niterói fará sua estreia no Grupo Especial do carnaval do Rio de Janeiro no próximo domingo, 15 de fevereiro, com um enredo dedicado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A apresentação acontecerá na Marquês de Sapucaí e terá como tema a trajetória pessoal e política do chefe do Executivo.
Com o título “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, o desfile vai retratar momentos da vida do presidente, desde a origem no Nordeste até a atuação no movimento sindical e a chegada à Presidência da República. A escola levará alegorias, fantasias e encenações relacionadas a diferentes fases da carreira política do petista.
A homenagem ocorre no mesmo ano em que Lula deve disputar a reeleição.
A definição de quem interpretará o presidente na avenida ainda não foi divulgada oficialmente. Dois atores convidados recusaram o papel por compromissos profissionais: Rui Ricardo Diaz, que já interpretou Lula no cinema, e Thomás Aquino.
De acordo com informações publicadas pela revista Veja, ambos declinaram do convite. Há a informação de que um ator da TV Globo teria aceitado o papel, mas a identidade segue mantida em sigilo pela agremiação.
Além da representação de Lula, o desfile também incluirá a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro, que será interpretado pelo humorista Marcelo Adnet. O nome do artista já foi confirmado pela escola.
A escolha do enredo motivou ações judiciais apresentadas pela senadora Damares Alves e pelo deputado federal Kim Kataguiri. Ambos ingressaram com ações populares questionando a homenagem.
Nesta quarta-feira (11), a Justiça Federal rejeitou os pedidos. O juiz Francisco Valle Brum entendeu que o instrumento jurídico utilizado não se aplica ao caso, uma vez que a ação popular é destinada à proteção do patrimônio público ou da administração quando há risco concreto de dano.
Com a decisão, o desfile está mantido na programação oficial do carnaval carioca.
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A avaliação do petista segue sendo superior à do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na mesma altura do mandato, em 2022.
O senador disse acreditar que, após as eleições de outubro, o Congresso vai aprovar a anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro.
Em março, o presidente marcava 46% em um eventual segundo turno enquanto o senador tinha 43%, empatados dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais.
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