O presidente chegou ao hospital por volta das 7h da manhã e a mini-cirurgia estava programada, não foi emergencial.
24 de abril de 2026 às 13:08 - Atualizado às 13:17
Lula e o médico que realizou os procedimentos. Fotos: Paulo Pinto/Agência Brasil e Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
O presidente Lula passou por um procedimento cirúrgico na manhã desta sexta-feira, 24 de abril, em São Paulo, para retirada de uma lesão do couro cabeludo. Segundo o médico Ricardo Kalil, que acompanha Lula, correu tudo bem, sem nenhuma intercorrência: “ele deverá permanecer mais algumas horas no hospital e deve ir para casa hoje”, disse o doutor.
O procedimento foi feito pela médica Cristina Abdala e houve a retirada de pele na região da cabeça. “Foi uma lesão de pele. É muito comum, é a mais comum que tem no mundo”, conta Kalil.
O nome da lesão é basocelular, é localizada e não se espalha para outros lugares do corpo. “É uma lesão de pele que vem da exposição solar. É muito comum e quando ela cresce, a gente tem que tirar”, explicou a doutora Abdala. O tecido passou por biópsia.
O presidente também fez uma infiltração na mão direita para tratar uma tendinite. Segundo Kalil, agora o presidente vai para casa e deve ficar em repouso nos próximos dias, mas isso não afetará a agenda de Lula.
“Vamos evitar grandes eventos nos próximos dias. Lula não vai tomar medicamento. Ficou uma ferida cirúrgica e é esperar cicatrizar, o que deve demorar um mês. O cuidado agora é curativo, usar chapéu e tocar a vida normal dele”, afirmou o médico.
O doutor disse também que o tratamento não vai interferir na campanha presidencial: "vai atrapalhar a campanha? A resposta é não. O máximo que vai acontecer é ele aparecer de chapéu, como aconteceu outras vezes".
O presidente chegou ao hospital por volta das 7h da manhã e a mini-cirurgia estava programada, não foi emergencial. Lula esteve acompanhado da primeira-dama Janja da Silva.
O material retirado passará por biópsia, procedimento utilizado para identificar a natureza da lesão e descartar possíveis alterações malignas. De acordo com Kalil, esta não é a primeira vez que Lula realiza um procedimento semelhante.
Há cerca de um ano, o presidente também precisou retirar uma lesão parecida, localizada na região do peito. Ainda segundo o médico, o quadro atual não interfere nas atividades políticas nem na pré-campanha de Lula, que busca disputar novamente a reeleição.
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