Presidente Lula. Foto: Ricardo Stuckert/PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira, 6 de janeiro, que a economia brasileira vive "seu melhor momento" e destacou que a inflação está "totalmente controlada".
Durante entrevista às rádios Metrópole e Sociedade, da Bahia, Lula demonstrou otimismo com o cenário econômico e projetou crescimento contínuo para o país.
"Onde está ruim? O dólar está elevado. Ele sofreu especulação nos últimos dias, mas já está voltando à normalidade. A inflação está totalmente controlada. Pode subir ou cair 0,5 ponto, mas está sob controle. Não há motivo para dúvidas: o Brasil vai continuar crescendo, gerando emprego e aumentando salários", declarou o presidente.
Lula reforçou que pretende dialogar com os setores produtivo e atacadista para discutir a alta nos preços dos alimentos. Segundo ele, o objetivo é tornar os preços compatíveis com o poder de compra da população.
"Queremos que o preço dos produtos esteja de acordo com aquilo que as pessoas ganham. Essa é a nossa prioridade", afirmou o chefe do Executivo.
No entanto, o presidente reconheceu que, em setores como o de serviços, o governo tem menos controle sobre os valores. Ele sugeriu que a população evite comprar produtos com preços elevados, pois a baixa demanda pode forçar uma redução nos valores.
Apesar das incertezas no mercado financeiro, Lula demonstrou confiança no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Ele acredita que o Brasil poderá crescer entre 3,5% e 3,7% em 2025, superando as projeções do mercado.
Por outro lado, o relatório Focus, divulgado pelo Banco Central, mantém a estimativa de crescimento do PIB brasileiro para 2025 em 2,06%. O documento reflete uma expectativa de desaceleração econômica a partir deste ano.
Mesmo diante de desafios, como a alta do dólar e as oscilações no mercado, Lula reiterou sua confiança no potencial econômico do Brasil. O presidente reforçou a meta de continuar gerando empregos, aumentando salários e promovendo o crescimento sustentável do país.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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