A declaração ocorreu em uma cerimônia voltada à entrega de equipamentos do Sistema Único de Saúde (SUS), dentro das ações do Novo PAC Saúde, em Salvador, na Bahia.
Lula em entrega de equipamentos ao SUS na Bahia. Foto: Ricardo Stuckert / PR
Durante um evento do governo federal realizado na sexta-feira, 6 de fevereiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a fazer declarações sobre não querer ir para o céu e sua permanência na vida política. A fala ocorreu em uma cerimônia voltada à entrega de equipamentos do Sistema Único de Saúde (SUS), dentro das ações do Novo PAC Saúde, em Salvador, na Bahia.
Ao discursar no evento, o presidente afirmou que deseja viver até os 120 anos e que não tem pressa para “ir para o céu”. Lula disse que prefere permanecer no que chamou de “inferno na Terra”, expressão usada para se referir à vida atual.
“Eu me determinei viver até 120 anos de idade. E se eu quero viver, se eu quero viver, tô tentando fazer um acordo com Deus, tô dizendo: ‘Eu não quero. Vai levando outro, deixa eu aqui. Deixa eu aqui nesse martírio, nesse inferno da terra, eu gosto tanto dele que eu não quero ir pro céu. Eu quero ficar aqui’”, declarou.
Durante o discurso, Lula também se dirigiu ao deputado federal e pastor Sargento Isidório, que estava no palco ao lado de outras autoridades. O presidente pediu apoio espiritual para continuar vivo e ativo.
“Pastor, me ajuda a ficar aqui, cara. Faça suas preces, faça para mim ficar aqui.”
Na sequência, Lula voltou a afirmar que ainda mantém compromissos com a população de baixa renda e que deseja continuar exercendo o cargo para ajudar a enfrentar desigualdades sociais no país.
“Eu falo para Deus, leve quem você quiser, meu Deus. Mas me deixa aqui porque eu ainda tenho muito compromisso com o povo pobre desse país e eu quero ajudar a resolver esse problema.”
A cerimônia em Salvador marcou a entrega de ambulâncias do Samu, equipamentos para unidades de saúde e o anúncio de investimentos que somam R$ 345 milhões na Bahia.
A maioria dos pernambucanos aprova o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Datafolha/CBN divulgada nesta sexta-feira, 6 de fevereiro. O levantamento mostra que 60% dos entrevistados avaliam positivamente a atuação do presidente, enquanto 37% desaprovam e 4% afirmam não ter opinião formada.
Os números indicam leve variação em relação ao estudo anterior, realizado em outubro do ano passado, quando 61% aprovavam e 36% desaprovavam a gestão federal.
Os dados revelam um cenário de estabilidade na avaliação do governo entre os eleitores do estado. Apesar da pequena oscilação negativa na aprovação, o índice segue alto dentro do recorte regional analisado pelo instituto. A pesquisa também apresenta detalhes sobre a percepção dos pernambucanos em relação à qualidade da administração federal, trazendo recortes por regiões e níveis de avaliação.
Quando os entrevistados classificam o governo Lula de forma mais detalhada, 42% definem a gestão como “ótima” ou “boa”. Em outubro de 2025, esse percentual era de 44%, o que mostra uma leve redução dentro da margem de variação esperada em pesquisas de opinião. Ao mesmo tempo, 30% consideram o governo “ruim” ou “péssimo”, índice que subiu um ponto percentual em comparação ao levantamento anterior, que marcava 29%. Outros 27% avaliam a gestão como “regular”, enquanto 1% não respondeu.
A pesquisa aponta diferenças claras entre as regiões de Pernambuco. No interior do estado, 47% dos entrevistados classificam o governo Lula como positivo, dentro das opções “ótimo” ou “bom”. Já na Região Metropolitana do Recife, esse índice recua para 36%. Os números mostram que a percepção sobre o governo federal varia conforme a realidade local e as experiências dos moradores em diferentes áreas do estado.
As rádios CBN Recife e CBN Caruaru, em parceria com o Blog do Elielson, encomendaram a pesquisa ao Instituto Datafolha. A equipe entrevistou 1.022 pessoas entre os dias 2 e 4 de fevereiro. O estudo apresenta margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%, dentro dos padrões adotados em pesquisas eleitorais e de opinião pública.
O levantamento possui registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números PE-09595/2026 e BR-06559/2026. O registro garante transparência ao processo e permite que os dados sejam acompanhados por órgãos de fiscalização e pelo público.
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O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
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