Lula em convenção do PT na Bahia Foto: Divulgação/PR
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), admitiu neste domingo, 2 de agosto, que pediu votos para sua candidatura à reeleição durante a Convenção Nacional do Partido dos Trabalhadores realizada no sábado (1º), na Bahia. (Veja vídeo abaixo)
Ao comentar o episódio, o presidente reconheceu que o pedido de votos ocorreu antes do período oficialmente permitido pela legislação eleitoral.
Pelas regras em vigor, a propaganda eleitoral só pode ser realizada a partir de 16 de agosto, após o início formal da campanha. Antes dessa data, candidatos e partidos devem observar as restrições previstas na legislação para evitar sanções da Justiça Eleitoral.
Eu pedi votos na Bahia e vou ser multado. Só pode pedir votos depois de 15 de agosto", disse Lula.
A declaração foi feita durante a Convenção Nacional do PT, em São Paulo, onde a legenda oficializou a chapa formada por Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin para disputar um novo mandato no Executivo federal.
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Durante o evento, o presidente também aproveitou para destacar a permanência de Geraldo Alckmin como companheiro de chapa. Segundo Lula, a escolha foi motivada pela relação construída ao longo do atual mandato e pela confiança no vice-presidente para seguir integrando o governo caso a chapa seja reeleita.
Competência e lealdade fazem Alckmin ser meu vice novamente", frisou o presidente.
Lula ainda comentou o cenário eleitoral e procurou transmitir confiança aos militantes e dirigentes do partido diante das pesquisas divulgadas antes do início oficial da campanha.
O presidente afirmou que os levantamentos realizados neste momento não definem o resultado da disputa e ressaltou que a fase decisiva da corrida eleitoral ainda está por começar.
Não fiquem preocupados, a guerra ainda não começou", salientou o presidente.
A Convenção Nacional do PT reuniu dirigentes, parlamentares, militantes e aliados políticos para oficializar a candidatura à reeleição da chapa de Lula e Alckmin, marcando o início da mobilização partidária para a campanha eleitoral de 2026.
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O candidato a presidente afirmou que acabar com o benefício seria incompatível com a realidade enfrentada por muitas famílias brasileiras que dependem do programa.
O candidato ao governo de São Paulo frisou que, em um cenário turbulento e permeado de incertezas, "é preciso um marujo confiável e experiente".
Declarações de Alexandre Garcia voltaram a repercutir nas redes sociais após desdobramentos de uma audiência no Senado dos EUA envolvendo o médico Anthony Fauci, figura central na resposta sanitária americana à pandemia.
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