Conhecido por sua atuação em projetos sociais, Hélder dos Santos era fundador do time amador Belota e se dedicava a atividades esportivas com crianças e adolescentes.
Hélder dos Santos, vítima dos tiros e viatura da Guarda Municipal no local do crime. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
A Justiça de Pernambuco (TJPE) condenou o guarda municipal Jailton Pereira Gadelha, de 58 anos, a 16 anos de prisão pelo homicídio de Hélder dos Santos Silva, de 32, ocorrido em Itapissuma, município da Região Metropolitana do Recife, em agosto de 2022.
De acordo com o processo, o crime foi motivado por uma discussão a respeito da iluminação de um campo de futebol. Testemunhas relataram que Hélder, que participava de uma partida, questionou Jailton, que estava em serviço, sobre a falta de luz no local. O guarda sacou um revólver calibre .38 e efetuou o disparo enquanto a vítima tentava correr, atingindo-a pelas costas.
O tiro atravessou o pulmão e o coração de Hélder, que morreu na hora, diante da esposa e do filho de sete anos. Após o crime, o acusado fugiu.
O guarda, com a decisão da Justiça, vai cumprir pena de 16 anos de reclusão por homicídio duplamente qualificado: motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima.
Conhecido por sua atuação em projetos sociais, Hélder era fundador do time amador Belota e se dedicava a atividades esportivas com crianças e adolescentes. Também vendia ostras para complementar a renda da família.
Três dias depois, Jailton se apresentou à polícia e entregou a arma usada no crime. Durante o julgamento, ele negou ter mirado na vítima, alegando que disparou para o alto.
Na época, a Prefeitura de Itapissuma lamentou o episódio por meio de uma nota e ressaltou que os guardas municipais não possuem permissão para portar armas letais. A gestão também informou que o revólver utilizado não fazia parte do equipamento da corporação.
A Justiça Federal na Paraíba condenou o locutor e comentarista Emerson Machado, conhecido como 'Mofi', por crime de racismo religioso, previsto no artigo 20, §2º, da Lei nº 7.716/1989, após denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF).
A pena do réu foi dois anos de reclusão, pena substituída por prestação de serviços à comunidade e pagamento de R$ 15 mil a uma entidade com atuação social, preferencialmente ligada à promoção das religiões de matriz africana.
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O ministro do STF Edson Fachin disse que a medida representa "uma mudança significativa na forma de enxergar e tratar essa questão".
Fundado em 13 de agosto de 1822, a corte está entre as instituições mais antigas do Estado de Pernambuco. Serão dois dias de comemorações.
Mais de 650 equipamentos espalhados pela capital pernambucana serão transformadas em novos pontos de informação para essas pessoas em situação de vulnerabilidade.
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