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JUSTIÇA ARQUIVA investigação sobre GUSTTAVO LIMA por suspeita de lavagem de DINHEIRO DE BETS

Recentemente, o cantor anunciou que pretende disputar a presidência em 2026, e pendências com a Justiça poderiam atrapalhar seus planos políticos.

Ricardo Lélis

09 de janeiro de 2025 às 19:37   - Atualizado às 19:37

Gusttavo Lima com camiseta da Vai de Bet.

Gusttavo Lima com camiseta da Vai de Bet. Foto: Reprodução

A Justiça de Pernambuco arquivou nesta quinta-feira, 9 de janeiro, a investigação da Operação Integration que atingia o cantor Gusttavo Lima por suspeita de lavagem de dinheiro de jogos ilegais e associação criminosa.

O artista chegou a ter a prisão preventiva decretada no inquérito, mas a ordem foi revogada antes de ser cumprida.

Gusttavo Lima foi garoto propaganda do site de apostas Vaidebet e era investigado por transações suspeitas.

Nesta semana, o cantor sertanejo anunciou que pretende disputar a presidência em 2026. Pendências com a Justiça poderiam atrapalhar seus planos políticos.

A decisão também beneficia outros quatro investigados - os empresários José André da Rocha Neto e Aislla Sabrina Truta Henriques Rocha, donos da Vaidebet, Thiago Lima Rocha e Rayssa Ferreira Santana Rocha, donos da Zelu Brasil Facilitadora de Pagamentos.

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A juíza Andrea Calado da Cruz, da 12.ª Vara Criminal de Pernambuco, arquivou o inquérito a pedido do Ministério Público, após três representações do órgão para encerrar o caso. Os pedidos anteriores haviam sido rejeitados por ela.

"O Ministério Público de Pernambuco, no exercício de suas atribuições legais, requereu o arquivamento, tendo em vista que não há elementos suficientes que justifiquem o oferecimento de denúncia", escreveu a magistrada."Considerando que o Titular da Ação Penal, órgão responsável pela propositura da ação, optou por não apresentar denúncia, determino o arquivamento do presente Inquérito Policial", segue a juíza.

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, braço do Ministério Público, e a subprocuradora-geral do Estado, Norma Mendonça Galvão de Carvalho, pediram o arquivamento do inquérito alegando não ver provas suficientes de crimes.

Com a decisão, as medidas cautelares que haviam sido impostas ao cantor e aos demais investigados, como a proibição de deixar o Brasil, foram revogadas. A juíza também mandou restituir os bens apreendidos no inquérito.

Estadão Conteúdo

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