João Campos. Foto: Câmara dos Deputados
Durante evento de lançamento do Projeto Recife Antigo Vivo, nesta terça-feira, 3 de março, o prefeito do Recife, João Campos (PSB) comentou sobre o arquivamento da CPI dos concursos para investigar nomeação em um concurso público que beneficiou um candidato aprovado em certame de 2022 para procurador do município em detrimento de outro dentro das vagas destinadas a pessoas com deficiência.
“Esse assunto já foi absolutamente superado de forma administrativa. Tanto que o próprio requerente hoje trabalha na prefeitura, já tomou posse para servir em como procurador do município”, afirmou o prefeito.
Para o prefeito este caso tem sido usado pela oposição política para criar tensões e enfraquecer seu grupo política em um ano eleitoral.
“O que se tenta fazer é um espetáculo político, pois as medidas técnicas foram tomadas, e inclusive a Câmara já se posicionou sobre isso. O presidente age de forma técnica, para não fazer com que seja um palco de espetáculo político, porque, como é um ano eleitoral, tem muita gente que deseja aparecer”, concluiu João Campos
Thiago Medina apresentou o pedido de CPI com base no artigo 133 do Regimento Interno da Câmara do Recife. Ele solicitou a formação de uma comissão com sete vereadores. O texto previa prazo inicial de até 120 dias para os trabalhos, com possibilidade de prorrogação por mais 60 dias.
Foram 13 vereadores que assinaram o requerimento. Esse número representa um terço da composição da Casa, percentual mínimo exigido para protocolar o pedido. Mesmo com o apoio necessário, a presidência da Câmara entendeu que o requerimento não cumpriu todos os requisitos formais.
Entre os pontos apresentados no pedido, Medina solicitou apuração sobre a reclassificação do candidato Lucas Vieira da Silva para a lista de pessoas com deficiência dois anos após a homologação do concurso público. O documento também citou possíveis responsabilidades do prefeito João Campos e do procurador-geral do município, Pedro José de Albuquerque Pontes.
O requerimento ainda mencionou suspeitas de tráfico de influência e nepotismo. O texto questionou uma nomeação publicada em edição extra do Diário Oficial no dia 23 de dezembro de 2025. A oposição classificou o caso como relevante para a vida pública da cidade.
Ao analisar o pedido, Romerinho Jatobá avaliou que não existe fato determinado com relevância atual que justifique a abertura da comissão. Na decisão, o presidente destacou que a nomeação questionada foi revogada ainda em dezembro do ano passado. Ele afirmou que o próprio Poder Executivo anulou o ato dentro da prerrogativa legal de revisar decisões administrativas.
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O deputado federal, e o pastor Guilherme Batista, da Igreja Lagoinha, viajaram na aeronave na caravana Juventude pelo Brasil, ao longo de dez dias no mês de outubro de 2022, no segundo turno do pleito.
De acordo com o influenciador, a escolha teve relação direta com vivências pessoais e com os efeitos de políticas públicas em sua trajetória e na vida de seus familiares.
A decisão foi anunciada no plenário do Senado, com base em um parecer da Advocacia da Casa.
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