Pernambuco, 08 de Setembro de 2026

Inicio elemento rádio
Icone Rádio Portal

Ouça a Rádio Portal

Final elemento rádio

Janja vira desafio para PT tentar ampliar apoio entre evangélicos nas eleições de 2026

Partido busca se aproximar do eleitorado evangélico, mas enfrenta resistência de parte do segmento religioso nas redes sociais.

Portal de Prefeitura

09 de julho de 2026 às 17:00   - Atualizado às 17:05

Janja em foto postada em fevereiro de 2021 junto a orixás da Umbanda e Candomblé

Janja em foto postada em fevereiro de 2021 junto a orixás da Umbanda e Candomblé Foto: Divulgação/Twitter

A busca por uma maior aproximação com o eleitorado evangélico se tornou uma das principais estratégias do Partido dos Trabalhadores (PT) para as eleições presidenciais de 2026. O segmento religioso, que representa uma parcela significativa do eleitorado brasileiro, é considerado um dos grupos mais disputados no próximo pleito.

Dentro desse movimento, a resistência de parte dos evangélicos à primeira-dama Janja da Silva passou a ser apontada por integrantes do partido como um dos obstáculos para ampliar o diálogo com esse público.

O PT tem promovido encontros com lideranças religiosas e discutido novas formas de comunicação com os fiéis, em uma tentativa de reduzir a rejeição histórica de setores evangélicos ao partido e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

PT busca aproximação com lideranças evangélicas

A estratégia do partido envolve a realização de reuniões com representantes de diferentes denominações religiosas e a construção de uma agenda de diálogo com grupos ligados ao segmento.

Entre as iniciativas está a atuação do Setorial Inter-religioso do PT, que defende uma aproximação baseada no reconhecimento da importância das igrejas como espaços de atuação social e apoio comunitário.

Veja Também

A legenda também já divulgou uma mensagem voltada aos evangélicos, destacando a relação entre fé e participação social, em uma tentativa de estabelecer uma ponte com um público que tradicionalmente apresenta maior resistência ao campo político de esquerda.

Resistência a Janja aparece nas discussões internas

Apesar das ações de aproximação, a imagem de Janja continua sendo um ponto de atenção para setores do PT que trabalham a estratégia junto ao eleitorado evangélico.

Nas redes sociais, a primeira-dama é frequentemente alvo de críticas e associações feitas por opositores, incluindo questionamentos relacionados à sua relação com pautas culturais e religiosas.

Durante um encontro com representantes evangélicas, Janja afirmou não compreender parte da rejeição direcionada a ela e disse que o campo progressista também defende valores presentes no Evangelho e na Bíblia.

A participação da ex-ministra Marina Silva, que é evangélica, ao lado da primeira-dama, também fez parte do esforço de aproximação com esse público.

Eleitorado evangélico é considerado estratégico para 2026

A disputa pelo voto evangélico deve ser um dos principais temas das eleições de 2026. O segmento ganhou maior protagonismo político nas últimas décadas e passou a ter influência crescente nos debates eleitorais.

Historicamente, candidatos ligados à direita conseguiram maior identificação com parte desse eleitorado, especialmente em temas relacionados a costumes e valores sociais.

Agora, o PT tenta construir uma nova narrativa para dialogar com esse público, destacando pautas sociais e a atuação das igrejas em comunidades.

O desafio da legenda será superar resistências já consolidadas e ampliar a comunicação com um grupo que possui diferentes correntes internas e posicionamentos políticos variados.

Mais Conteúdos

Mais Conteúdos

Mais Lidas

Icone Localização

Recife

23:16, 08 Set

Imagem Clima

26

°c

Fonte: OpenWeather

Notícias Relacionadas

Marília Arraes.
Posição

Marília Arraes defende indústria, infraestrutura e redução das desigualdades em agenda para Pernambuco

Candidata ao Senado apresentou propostas durante sabatina da Fiepe e destacou articulação política para defender interesses do Estado.

Jorge Messias no Senado.
Solicitação

AGU aciona presidente do STF com pedido para suspender afastamento de diretor-geral da PF

Para o órgão, a medida representa uma interferência nas prerrogativas do presidente da República para prover e desprover cargos de direção da Polícia Federal.

Débora do Batom e Alexandre de Moraes, ministro do STF.
Decisão

Moraes reduz dois dias dos 14 anos de pena a Débora do Batom após após cursos do Sebrae

Débora, que é baiana e mora em Paulínia, no interior de São Paulo, concluiu capacitações nas áreas de marketing e planejamento.

mais notícias

+

Newsletter