Humorista comunista sugere "desligar" Nikolas Ferreira e acaba indiciado Polícia Legislativa Federal Fotos: Reprodução / Redes Sociais
O humorista e influenciador Tiago Santineli foi formalmente indiciado pela Polícia Legislativa Federal (PLF) por ameaça de morte contra o deputado federal Nikolas Ferreira e por incitação ao crime. A intimação chegou ao comediante pouco antes de ele se apresentar em um show realizado em São Paulo.
A investigação começou após uma publicação feita por Santineli em janeiro deste ano na rede social X. No post, ele escreveu: “Alguém desliga o Nikolas por favor. Pode ser igual desligaram o Charlie Kirk, não importa”.
Charlie Kirk foi assassinado durante um evento universitário nos Estados Unidos, em setembro de 2025.
Na mesma publicação, Santineli ofendeu o parlamentar e criticou sua atuação, afirmando que Nikolas não poderia receber para “pedir a um país estrangeiro invadir o próprio país que ele é pago para representar”.
O influenciador foi intimado a prestar esclarecimentos, mas não compareceu à delegacia na data marcada. Com a conclusão da apuração, o inquérito será enviado à Justiça Federal.
Vale lembrar que esta não é a primeira vez que Santineli enfrenta investigação relacionada ao deputado. Em setembro de 2025, ele já havia sido indiciado após divulgar um vídeo que mencionava tanto a morte de Charlie Kirk quanto Nikolas Ferreira. Na ocasião, o conteúdo também foi considerado passível de responsabilização penal.
Conhecido principalmente por suas piadas contra personalidades da direita, afirmou em seu perfil no X (antigo Twitter) que teve seu visto para os Estados Unidos revogado após fazer uma piada sobre a morte do ativista americano de extrema-direita Charlie Kirk (Confira o vídeo abaixo).
“Chegou para a produção um e-mail da embaixada dos Estados Unidos dizendo que o meu visto foi revogado. Ou seja, eu sou o primeiro comediante do mundo que foi banido de entrar nos Estados Unidos”, disse em um vídeo publicado na rede social.
Apesar da proibição, Santineli afirmou estar orgulhoso da situação e voltou a ironizar a morte de Kirk.
“Cadê a terra da liberdade de expressão restrita, galera? Eu não posso ir para os EUA, mas pior é o Charlie Kirk, que nunca mais vai sair de lá”, brincou.
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O ministro afirmou ainda que ambos podem voltar a cometer crimes se permanecerem à frente dos processos licitatórios da prefeitura.
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