O ministro quer deixar o cargo no começo deste ano, antes do prazo de desincompatibilização para candidatos.
19 de janeiro de 2026 às 13:32 - Atualizado às 13:34
Lula e Haddad juntos. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta segunda-feira, 19 de janeiro, que vai bater o martelo sobre o seu papel nas eleições de 2026 em diálogo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em um processo que descreveu como uma "conversa de dois amigos." Ele vem resistindo a se candidatar, mas há pressão para que dispute o Senado ou o governo de São Paulo.
Durante entrevista ao UOL, Haddad destacou que já negou pedidos do presidente antes. "O Lula fez tudo que foi possível pra eu sair candidato a prefeito em 2020, e eu não saí", relatou "Quando ele ganhou o título de cidadão parisiense, ele me convidou para acompanhá-lo, e ele a viagem toda ficou pedindo para eu ser candidato, e eu não fui."
O ministro quer deixar o cargo no começo deste ano, antes do prazo de desincompatibilização para candidatos, em abril, mas não cravou uma data. Ele disse considerar importante que seu sucessor assuma a função na largada do ano, para assumir o comando de funções como execução orçamentária e financeira. O secretário-executivo de Haddad, Dario Durigan, é visto como favorito.
Estadão Conteúdo
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Recém-empossado presidente estadual do Solidariedade, Edinazio comparou as negociações com o futebol, como a busca por "bons jogadores" (candidatos).
A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master, que tramita no Supremo. O relatório da CPI, de 221 páginas, ainda precisa ser aprovado pela comissão.
O presidente do Brasil ainda afirmou que a guerra dos Estados Unidos, liderada por Donald Trump, contra o Irã é inconsequente.
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