Com base nessa previsão, o governo americano tem avançado nas sanções ao ministro Alexandre de Moraes sem que a medida se estenda ao Palácio do Planalto.
Presidente Donald Trump e o presidente Lula. Foto: Montagem Portal/Divulgação/Casa Branca/Agência Brasil
Diferentemente do que chegaram a almejar bolsonaristas, não está no radar de Donald Trump impor sanções ao governo Lula, informam integrantes da Casa Branca à coluna de Paulo Cappelli, do Metrópoles.
O prognóstico de Washington, após análise de pesquisas, é que o presidente brasileiro perderá a eleição no próximo ano, “talvez no primeiro turno”, a despeito de quem seja o adversário.
Com base nessa previsão, o governo Trump tem avançado nas sanções ao ministro Alexandre de Moraes (STF) sem que a medida se estenda ao Palácio do Planalto.
Ainda segundo a coluna de Cappelli, os Estados Unidos calculam que uma ofensiva contra Lula poderia provocar o efeito inverso e fazer com que o petista angarie o apoio de segmentos com os quais hoje não conta.
Diplomatas do Itamaraty têm atuado para tentar melhorar a relação entre Brasil e Estados Unidos e fazer com que Trump desista das sanções a Moraes.
Esse movimento se intensificou após o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmar na quinta-feira (22) que há “grande possibilidade” de o magistrado ser sancionado com a severa Lei Magnitsky.
Por ora, a atuação do Ministério das Relações Exteriores se dá nos bastidores, sem a emissão de nota oficial condenando a fala de Rubio. Há no entorno de Lula, contudo, quem defenda que o presidente adote desde já um discurso enérgico contra as prováveis sanções, alegando interferência dos EUA na soberania do Brasil.
Da redação do Portal com informações do Metrópoles.
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Ministro do STF e do TSE criticou ataques entre candidatos às vésperas do segundo turno e defendeu que campanhas priorizem propostas políticas.
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