Fernando Haddad e Lula. Foto: Ricardo Stucker/PR
A equipe econômica do governo Lula anunciou, nesta quinta-feira, 22 de maio, o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para operações de crédito, especialmente aquelas realizadas por empresas.
A medida será formalizada por meio de decreto presidencial e tem como objetivo reforçar a arrecadação federal em R$ 20,5 bilhões em 2025 e R$ 41 bilhões em 2026.
De acordo com o Ministério da Fazenda, o reajuste do IOF permitirá evitar um bloqueio maior do Orçamento deste ano, que já teve contingenciamento de R$ 31,3 bilhões.
Os novos recursos provenientes da elevação do imposto já foram incorporados à projeção de arrecadação para o ano.
A medida não afeta empréstimos pessoais de pessoas físicas, crédito estudantil, financiamentos habitacionais e operações do Finame para aquisição de máquinas e equipamentos por empresas.
O Ministério da Fazenda reforça que as mudanças têm como foco empresas e operações de maior valor, preservando os empréstimos populares e de impacto social, como os voltados à moradia e à educação.
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Candidato, após votar em Goiás, disse que pretende "livrar" a população da violência e dos juros elevados e defendeu que as riquezas do País sejam convertidas em melhorias concretas para a população.
O presidente está acompanhado da primeira-dama, Janja Lula da Silva, do vice-presidente, Geraldo Alckmin, e do candidato ao governo de SP Fernando Haddad (PT).
O candidato chegou ao local de votação, uma escola municipal, às 8h07. Ele estava acompanhado da mulher, Fernanda Bolsonaro, e foi cumprimentado por eleitores.
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