Fernando Haddad e Lula. Foto: Ricardo Stucker/PR
A equipe econômica do governo Lula anunciou, nesta quinta-feira, 22 de maio, o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para operações de crédito, especialmente aquelas realizadas por empresas.
A medida será formalizada por meio de decreto presidencial e tem como objetivo reforçar a arrecadação federal em R$ 20,5 bilhões em 2025 e R$ 41 bilhões em 2026.
De acordo com o Ministério da Fazenda, o reajuste do IOF permitirá evitar um bloqueio maior do Orçamento deste ano, que já teve contingenciamento de R$ 31,3 bilhões.
Os novos recursos provenientes da elevação do imposto já foram incorporados à projeção de arrecadação para o ano.
A medida não afeta empréstimos pessoais de pessoas físicas, crédito estudantil, financiamentos habitacionais e operações do Finame para aquisição de máquinas e equipamentos por empresas.
O Ministério da Fazenda reforça que as mudanças têm como foco empresas e operações de maior valor, preservando os empréstimos populares e de impacto social, como os voltados à moradia e à educação.
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A rejeição do petista oscilou de 53% para 55% em relação ao levantamento da semana passada, dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais. Já o senador manteve os 55% registrados.
Em outra pergunta, sobre a avaliação do governo, 38% dos entrevistados classificam a gestão negativamente, enquanto 32% a avaliam positivamente.
Em 26 de julho, Lula tinha 45%, ante 37% de Flávio. No levantamento que antecedeu o empate numérico da semana passada o presidente aparecia com 42%, contra 41% do senador.
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