Lula e Jerônimo Rodrigues. Foto: Ricardo Stuckert/PR
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), decidiu não aderir ao projeto-piloto do Ministério da Justiça e Segurança Pública, que tem como objetivo retomar o controle territorial das regiões dominadas por facções criminosas.
O governo estadual chegou a executar o projeto-piloto, mas acabou decidindo barrar a fase de implementação. Segundo a Folha de S. Paulo, uma das principais alegações foi de que as organizações criminosas não seriam o principal problema da segurança pública da Bahia.
No entanto, apesar do que foi dito, um levantamento da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) mostra que o estado tem 21 organizações criminosas mapeadas no sistema prisional, sendo o estado com o maior número desses grupos.
Ainda de acordo com a Folha de S. Paulo, a decisão do Governo da Bahia de não aderir ao projeto foi anunciada ao Ministério da Justiça no final do ano passado.
Agora, o governo Lula (PT) está planejando levar o projeto-piloto ao Rio Grande do Norte. A iniciativa está em análise pela governadora Fátima Bezerra.
O ex-deputado federal Capitão Wagner (União Brasil), afirmou que a família da vice-governadora do Ceará, Jade Romero (MDB), foi expulsa de onde mora pelas facções que estariam comandando o estado.
Segundo Wagner, a tia da vice-governadora, identificada como Joana D'arc, foi expulsa da sua casa, no bairro Zé Walter, em Fortaleza. O capitão também afirma que o filho mais novo da Joana teve que sair da escola. "O outro filho mais velho vai ter que pedir demissão do emprego que ele tem em um supermercado por conta da determinação das facções", destacou o ex-deputado durante entrevista à CBN do Ceará.
A vice-governadora Jade Romero usou as suas redes sociais para negar as afirmações do Capitão Wagner. "A turma do motim não cansa. Derrotados nas urnas, seguem fazendo da mentira uma prática diária em, agora, usam meu nome para ganhar likes e repercussão. Além de tudo, mentem descaradamente, espalhando histórias completamente distorcidas. Deixem de oportunismo com a segurança pública", publicou.
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