A cantora disse, sem apresentar provas, que recebeu uma proposta de compensação financeira para apoiar Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição presidencial de 2022.
Gleisi Hoffmann rebate as declarações de Jojo Todynho sobre proposta do PT: "Mentira deslavada". Foto: Geraldo Magela/Agência Senado e Reprodução/Vídeo
Após afirmar, sem apresentar provas, que recebeu uma proposta de compensação financeira para apoiar Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição presidencial de 2022, a cantora Jordana Menezes, que usa o nome artístico de "Jojo Todynho", poderá ter que responder na Justiça sobre a acusação.
É o que promete a Coligação Brasil da Esperança, segundo a própria assessoria da federação partidária, formada pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Partido dos Trabalhadores (PT) e Partido Verde (PV).
Em entrevista ao canal do YouTube da plataforma Brasil Paralelo nesta segunda-feira, 25 de novembro, a cantora afirmou, sem provas, ter recebido uma proposta de R$ 1,5 milhão para declarar apoio a Lula no pleito de 2022.
"Ligaram, marcaram um almoço, falaram que era um trabalho e quando eu cheguei lá era isso... Me ofereceram R$ 1,5 milhão para fazer campanha quando o Lula veio candidato a presidente... E eu falei: 'Desculpa gente, não vai rolar'", disse Jojo.
Presidente nacional do PT e deputada federal, Gleisi Hoffmann (PR) classificou a declaração como "mentira deslavada" e prometeu uma representação judicial contra a cantora. "Terá de responder por isso", disse a petista. Segundo a assessoria da federação, uma ação judicial cível indenizatória será protocolada contra a cantora.
Segundo a parlamentar, o assunto foi pautado por "redes da extrema direita" para despistar a atenção do indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais 36 pessoas por tentativa de golpe de Estado.
Além do ex-presidente, a lista dos 37 indiciados pela PF contém nomes que fizeram parte do alto escalão da gestão federal anterior, como Walter Braga Netto (Defesa e Casa Civil), Anderson Torres (Justiça) e Augusto Heleno (GSI), além de aliados de confiança de Bolsonaro, como Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL, e Filipe Martins, seu ex-assessor internacional.
Nesta terça, o relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), remeteu os autos da investigação à Procuradoria-Geral da República (PGR) e suspendeu o sigilo do documento.
Estadão Conteúdo
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As conversas indicam que brasileiras e estrangeiras eram levadas a encontros com Vorcaro, amigos e convidados, incluindo autoridades, no Brasil e no exterior a eventos.
A atual internação ocorre poucas semanas depois de Sarney enfrentar problemas respiratórios. Em setembro, ele precisou ser hospitalizado duas vezes para tratar uma pneumonia bacteriana.
O trabalho vai até a próxima terça (20) e acontece ao mesmo tempo nos 18 polos eleitorais do estado, incluindo o Recife.
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