GIlson Machado, Ex-ministro do Turismo de Bolsonaro. Foto: Portal de Prefeitura/ Bruno Vila Nova
O ex-ministro do Turismo Gilson Machado (PL) comentou sobre as articulações para as eleições de 2026. Em conversa com o Portal de Prefeitura, Gilson falou sobre a definição do Partido Liberal para disputar o Senado em Pernambuco.
“Estão querendo antecipar as eleições para 2025, e o momento não é esse, estou focado na minha liberdade, estou preso no Recife, estou lutando pela anistia”, comentou.
O ex-ministro também destacou que foi escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para disputar a Casa Alta.
“O presidente Bolsonaro me colocou como candidato do Senado em 2026”, disse.
Por fim, Gilson Machado disse que pode concorrer ao cargo mesmo se for por outro partido.
Durante entrevista ao programa Fala Político, do Portal de Prefeitura, em novembro deste ano, o ex-ministro ressaltou que o apoio vem de uma relação construída a partir de resultados concretos durante o período em que integrou o governo federal.
“Não basta ser amigo do presidente, é preciso ter trabalho. Não sou eu que me coloco como candidato ao Senado, é o presidente Bolsonaro que me coloca, e eu me sinto credenciado para isso”, afirmou.
Ele contou que seu nome chegou a ser cogitado para ocupar a vaga de vice de Bolsonaro em 2022, mas que enfrentou resistência dentro do grupo político por ser nordestino e músico.
“Faltou também um vice nordestino. Meu nome chegou a ser ventilado. Quando apareceu, o Noblat (jornalista) me tratou pejorativamente pelo fato de eu ser sanfoneiro. Mas o cara é de Recife. Tocar sanfona é difícil. Quem toca aquilo, toca qualquer coisa. Quando for falar de sanfoneiro, pense duas vezes antes de passar vergonha”, declarou.
O ex-ministro disse acreditar que teria condições de exercer funções de alta responsabilidade política. Quando questionado se ele se considerava preparado para ser vice de Bolsonaro, Gilson respondeu de forma direta.
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Recém-empossado presidente estadual do Solidariedade, Edinazio comparou as negociações com o futebol, como a busca por "bons jogadores" (candidatos).
A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master, que tramita no Supremo. O relatório da CPI, de 221 páginas, ainda precisa ser aprovado pela comissão.
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