Precatórios do FUNDEF Pernambuco Foto: Divulgação
Nesta terça-feira, 12 de agosto, o dinheiro do precatório do Fundef entrou na conta do Governo de Pernambuco. O valor total recebido pelo Estado é de R$ 559 milhões, sendo que R$ 335 milhões estão destinados diretamente aos educadores e educadoras que têm direito ao repasse.
O anúncio foi feito pela presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe), Ivete Caetano. Segundo ela, o montante já está disponível em conta específica vinculada ao precatório. O governo estadual informou que, dentro de um prazo de até 30 dias, fará os depósitos diretamente para os beneficiários.
O precatório se refere a uma indenização do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), resultado de uma ação judicial movida por diversos estados.
No caso de Pernambuco, a Justiça determinou que parte do valor fosse direcionada aos profissionais que estavam na ativa no período de cálculo (entre 1997 e 2006), reconhecendo a importância da categoria na construção da educação pública do Estado.
O repasse de 60% para os professores atende à determinação judicial e segue critérios já estabelecidos, que consideram o tempo de serviço e a função exercida na época. De acordo com o governo, a lista dos contemplados foi finalizada após cruzamento de dados e verificação documental, garantindo que o pagamento chegue a quem realmente tem direito.
Os outros 40% do montante, aproximadamente R$ 224 milhões, permanecerão como recursos públicos vinculados à educação. Essa parte não será distribuída individualmente, mas investida em melhorias estruturais, compra de materiais, capacitação de profissionais e outras ações voltadas ao fortalecimento da rede estadual de ensino.
O Sintepe reforça que o processo de pagamento será acompanhado de perto para evitar problemas e garantir transparência. O sindicato também orienta que os beneficiários mantenham seus dados bancários atualizados junto ao governo, a fim de evitar atrasos na transferência.
O Fundef, que funcionou entre 1998 e 2006, foi substituído pelo Fundeb, mas deixou pendências financeiras relacionadas ao repasse de recursos da União para estados e municípios. Em vários locais, como Pernambuco, a correção dos valores só ocorreu após decisões judiciais.
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Rodrigo Bacellar é suspeito de envolvimento no repasse de informações que teriam antecipado detalhes da operação que mirava o deputado estadual TH Joias.
Ex-nora de Lula e ex-sócio de Lulinha serão investigados em esquema de superfaturamento de livros em cidades do interior de São Paulo.
No voo também estava Augusto Arruda Botelho, advogado de Luiz Antonio Bull, ex-diretor de Compliance do Banco Master, atualmente preso.
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