Exército ordena que vereador militar reformado retorne fardado ao serviço Foto Montagem/Sociedade Militar
Em um ato inusitado, o Exército Brasileiro determinou, através de portaria publicada no Diário Oficial da União, que o vereador Júlio César Figueiredo Doze, conhecido como Sargento Doze, se apresente fardado ao 7º Regimento de Cavalaria Mecanizado (7º RC Mec), a partir do dia 8 de agosto, para retorno ao serviço ativo. A determinação foi justificada por alegada recuperação de sua condição de saúde, o que invalidaria a reforma anteriormente concedida.
O parlamentar, que já ocupa o mandato de vereador em Sant’Ana do Livramento (RS), questiona a legalidade da ordem. Ele ressalta que, de acordo com o Estatuto dos Militares e precedentes legais, militares eleitos são automaticamente transferidos para a reserva remunerada no momento da diplomação, o que impede seu retorno ao serviço ativo após o mandato. Sargento Doze afirma que a portaria é “totalmente ilegal” e que irá comparecer acompanhado de advogado para formalizar sua defesa perante o comando do quartel.
Este episódio ocorre em meio a um contexto de fortes polarizações políticas e tensões institucionais. O próprio vereador é alvo de um processo de cassação aprovado por unanimidade na Câmara Municipal, e já responde a inquérito militar por declarações contra o Exército. A situação é considerada emblemática por desafiar as regras previstas na Constituição e no Estatuto dos Militares — especialmente a cláusula que impede militares eleitos de retornar à ativa — e levanta debate sobre o alcance da legislação para militares que exercem cargos políticos.
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A unidade integra uma estratégia mais ampla de gestão de resíduos no município, que mantém serviços permanentes de limpeza urbana, coleta domiciliar e programas de educação ambiental.
Na justificativa, Alfredo Gaspar menciona a viagem do filho do presidente para a Espanha como um dos elementos que embasam o pedido.
O deputado indicou que o filho do presidente teria cometido os crimes de tráfico de influência, lavagem ou ocultação de bens e participação em corrupção passiva.
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