Na defesa, o parlamentar sustentou, entre outros argumentos, ter sofrido grave discriminação política pessoal dentro do partido.
A decisão foi tomada pela juíza Daniela Rocha, que rejeitou os embargos de declaração apresentados pelas defesas dos envolvidos.
Na segunda-feira, 11 de maio, o Conselho de Ética aprovou o pedido de cassação do mandato por quebra de decoro, após o parlamentar se envolver em uma briga de rua.
O pré-candidato à Presidência também declarou que a "missão" do ex-presidente Jair Bolsonaro ainda não acabou e chegou a mencionar que seu pai "subirá a rampa do Planalto" em 2027.
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