O condomínio de luxo em que Alexandre Ramagee em esposa estão em Miami Reprodução/ Apartments.com/Extra.globo
Após ter a prisão decretada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, o deputado federal Alexandre Ramagem está vivendo em um condomínio de alto padrão em Miami, nos Estados Unidos, acompanhado da esposa, Rebeca Ramagem. O empreendimento escolhido por Ramagem é conhecido pelo luxo e pelos serviços exclusivos voltados a um público de alto poder aquisitivo.
O local, chamado Solé Mia, está situado na região norte de Miami e oferece apartamentos mobiliados com preços de aluguel que podem variar entre R$ 13 mil e R$ 30 mil por mês, dependendo do tamanho da unidade, que conta com um a três quartos, dois banheiros e vista para o mar. As janelas vão do teto ao chão, privilegiando a paisagem da cidade e do oceano.
Além das residências, o condomínio dispõe de simulador de golfe com 18 buracos, academia 24 horas, salões de jogos para todas as idades, áreas de lazer exclusivas com cabanas privativas, parque infantil e uma lagoa de águas cristalinas com cerca de 7 hectares, oferecendo um verdadeiro complexo de entretenimento e conforto.
Os interessados em alugar um imóvel no local precisam comprovar renda anual mínima de R$ 475 mil, o que equivale a cerca de R$ 40 mil por mês, além de arcar separadamente com contas de água, luz e gás.
O condomínio também prioriza a segurança dos moradores, com porteiro 24 horas, controle de acesso rigoroso e áreas reservadas para reuniões e trabalho, atendendo tanto a quem busca lazer quanto a quem precisa de infraestrutura corporativa.
A presença de Ramagem no local foi registrada pela equipe do colunista Guilherme Amado, do portal Platô. Desde setembro, o casal ocupa uma das torres do empreendimento, chamando atenção pelo padrão elevado e pelos serviços exclusivos oferecidos aos moradores.
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A emenda aprovada na quarta-feira prevê também uma redução gradual da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial, dentro de um período de transição de 14 meses.
O texto prevê o fim do modelo de seis dias de trabalho para um de descanso e estabelece a redução da jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, sem redução salarial.
Após intermediação do MPT, ficou acertado entre a empresa e a CNTC que cada trabalhador receberá R$ 7,5 mil, pagamento de aviso prévio, multa de 40% sobre o FGTS, além de comissões.
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