A funcionária afirma que era de "costume" passar fome durante o trabalho.
20 de julho de 2023 às 17:28
Andréa Batista dos Santos entrou na justiça contra os ex-patrôes para cobrar direitos trabalhistas. A empregada fez contato com a assessoria jurídica do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Domésticas da Bahia (Sindoméstico-BA) e denunciou que os patrões não a deixavam comer em serviço. Andréa, em entrevista à TV Globo, disse que era rotineiro passar fome durante o trabalho. Ela afirma que os ex-patrões colocaram uma câmera na cozinha para que ela fosse vigiada. Leia mais: >>>BOLSA FAMÍLIA: senadora apresenta projeto para incluir MULHERES que sofreram VIOLÊNCIA DOMÉSTICA no benefício; ENTENDA
“Eu chegava às 6h e saía entre 19h30 e 20h. Não comia nada, não me davam nada”, disse Andréa.
O advogado da empregada se pronunciou sobre o assunto.
“Você fazer com que a pessoa cozinhe e não possa comer, isso é muito forte e é muito feio. Ela tem que levar e, quando não tem o que levar, passar fome”, diz o advogado.
A doméstica também ressaltou sobre a câmera colocada na cozinha para vigiá-la.
"Para ver se eu mexia na geladeira, na panela em cima do fogão, para ver se comeu. Tudo que eu faço, faço questão de fazer na cozinha para ela (patroa) ver. Até para mexer na minha bolsa, eu faço na cozinha".
Andréa se questionou do porquê estava trabalhando. Ela disse que era para pagar os custos do curso que estava fazendo. Em seu celular, ela guarda um áudio que recebeu da antiga patroa pedindo para que ela a espere em casa. Andréa responde dizendo que está com fome e já tinha terminado o serviço.
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Para o presidente estadual da sigla, Tecio Teles, a chegada reflete um movimento mais amplo dentro do estado.
"Com a promulgação desta lei, reafirmamos, o compromisso do nosso governo com a valorização dos profissionais da educação", disse Raquel Lyra.
Ao justificar a recusa, o órgão afirmou que a reunião dos dados poderia "sobrecarregar o órgão destinatário, desestabilizar suas operações e desorganizar suas funções".
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