Gilson Machado, Lula, João Campos e Pedro Campos. Foto: Divulgação
O debate entre o ex-ministro do Turismo Gilson Machado Neto (Podemos) e o deputado federal Pedro Campos (PSB), realizado na noite da terça-feira, 28 de julho, teve como um dos momentos de maior repercussão a troca de declarações sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o posicionamento do ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), durante a campanha eleitoral de 2020.
Ao discutir o cenário político nacional e estadual, Gilson Machado afirmou que João Campos já teria chamado Lula de "ladrão" durante a disputa pela Prefeitura do Recife, realizada em 2020. Na ocasião, João enfrentou Marília Arraes, que era filiada ao PT.
A declaração recebeu resposta imediata de Pedro Campos, que negou a afirmação feita pelo ex-ministro. Segundo o deputado federal, nem ele nem o irmão fizeram esse tipo de declaração contra o presidente da República.
Durante o debate, Gilson Machado insistiu que possui "os cortes" das declarações feitas por João Campos na campanha municipal de 2020. De acordo com o ex-ministro, o então candidato afirmou, na época, que não era possível contar nos dedos a quantidade de gestores do PT que haviam sido presos.
A fala surgiu enquanto os dois discutiam as alianças políticas atuais envolvendo o PSB e o PT. Gilson questionou se Pedro Campos havia mudado de posicionamento em relação ao presidente Lula e ao Partido dos Trabalhadores.
Pedro respondeu que sempre manteve respeito pelo presidente da República e afirmou que jamais faria declarações ofensivas contra Lula. O parlamentar também reforçou que não reconhece a interpretação apresentada pelo adversário durante o debate.
O episódio ocorreu durante a transmissão do podcast Fala Ordinário, projeto realizado em parceria com a página Recife Ordinário. O encontro reuniu os dois pré-candidatos a deputado federal para discutir temas ligados à política nacional e ao cenário eleitoral de Pernambuco.
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