Donald Trump. Foto: Reprodução/Instagram
O candidato republicano à Casa Branca, Donald Trump, ganhou na Pensilvânia, onde levou os votos dos 19 delegados, alcançando a marca de 267 votos, projetou a Associated Press por volta das 4h30 da manhã desta quarta-feira, 6. A candidata democrata Kamala Harris permanecia naquele horário com a marca de 214 delegados.
A Pensilvânia era um dos Estados considerados decisivos na disputa. Ambos os candidatos fizeram campanha vigorosamente no Estado, visitando-o com mais frequência do que qualquer outro.
Trump venceu os 19 votos eleitorais da Pensilvânia quatro anos depois que o democrata Joe Biden venceu o Estado. Nenhum democrata venceu a Casa Branca sem vencer também na Pensilvânia desde 1948.
Donald Trump afirmou que "teremos que fechar as fronteiras e permitir que pessoas venham ao país legalmente", referindo-se à uma das suas promessas de campanha de tornar mais restritiva o ingresso de imigrantes nos EUA.
Em discurso considerado de vitória no quartel-general de sua campanha na Flórida, Trump elogiou apoiadores, entre eles o empresário Elon Musk. "Temos uma nova estrela: Elon. Ele é um gênio e precisamos proteger nossos gênios, pois não são muitos." Ele também indicou que o ex-candidato à Casa Branca, Robert Kennedy Jr., que deixou a campanha e passou a apoiar o republicano, poderá participar de seu governo. "Robert ajudará a América a ser mais saudável novamente."
Donald Trump ressaltou que "este será o dia que o povo americano retomou o controle do país", destacando que sua campanha obteve uma "vitória magnífica" que poderá conquistar 315 votos no colégio eleitoral e vencer o voto popular nos EUA.
Trump ressaltou que seu governo vai reduzir impostos, fronteiras bem guardadas e que os EUA terão forças militares potentes, "mas não queremos guerras."O candidato republicano ressaltou que "vamos governar com um mote: promessas feitas, promessas cumpridas." Ele também apontou que é tempo de colocar de lado as divisões políticas que ocorreram nos EUA nos últimos 4 anos. "Vamos colocar a América em primeiro lugar, nosso futuro será mais forte e seguro."
Estadão Conteúdo
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