Com o encerramento das convenções partidárias, que tiveram prazo final na quarta-feira (5), as legendas agora entram em uma nova etapa do calendário eleitoral
Sede do Tribunal Superior Eleitoral Foto: Divulgação/TSE
Termina no dia 15 de agosto, ás 19h, o prazo para que os partidos políticos registrem oficialmente as candidaturas que disputarão as eleições deste ano.
Com o encerramento das convenções partidárias, que tiveram prazo final na quarta-feira, 5 de agosto, as legendas agora entram em uma nova etapa do calendário eleitoral: a formalização dos nomes escolhidos junto à Justiça Eleitoral.
Para os candidatos aos cargos de presidente e vice-presidente da República, os pedidos de registro devem ser apresentados diretamente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Já as candidaturas aos cargos de senador, deputado federal, governador e vice-governador, deputado estadual e deputado distrital devem ser registradas nos respectivos tribunais regionais eleitorais.
Dos 30 partidos registrados no TSE, 13 definiram candidatos próprios à Presidência da República. As demais legendas optaram por apoiar nomes de outros partidos ou declararam neutralidade na disputa pelo Palácio do Planalto.
A estratégia de neutralidade pode representar uma decisão para concentrar esforços nas disputas estaduais e proporcionais. Com isso, os partidos buscam ampliar a presença nas assembleias legislativas, na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, fortalecendo suas bancadas nas próximas legislaturas.
Apesar da definição durante as convenções, os nomes ainda precisam ter os pedidos de registro apresentados e analisados pela Justiça Eleitoral. Somente após essa etapa as candidaturas estarão formalmente registradas.
Depois do registro, as informações dos candidatos ficam disponíveis para consulta pública no sistema DivulgaCand, do TSE. A plataforma reúne dados sobre os pedidos de candidatura, bens declarados, situação eleitoral, contas de campanha e informações financeiras das legendas, permitindo ao eleitor acompanhar o processo de forma transparente.
Agência Brasil
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Embora os sete procuradores que assinam a ação tenham apontado a urgência da remoção das publicações que caracterizem assédio eleitoral, a primeira audiência foi agendada para o dia 29 de março de 2027.
Segundo o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), ao menos cinco casos de assassinatos de indígenas na região desde sábado, 24 de outubro, estão sendo investigados.
Órgão recebeu 3.396 registros em 2026, dos quais cerca de 40% chegaram nos últimos três dias; casos incluem pressão política e ameaças de demissão.
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