Com o encerramento das convenções partidárias, que tiveram prazo final na quarta-feira (5), as legendas agora entram em uma nova etapa do calendário eleitoral
Sede do Tribunal Superior Eleitoral Foto: Divulgação/TSE
Termina no dia 15 de agosto, ás 19h, o prazo para que os partidos políticos registrem oficialmente as candidaturas que disputarão as eleições deste ano.
Com o encerramento das convenções partidárias, que tiveram prazo final na quarta-feira, 5 de agosto, as legendas agora entram em uma nova etapa do calendário eleitoral: a formalização dos nomes escolhidos junto à Justiça Eleitoral.
Para os candidatos aos cargos de presidente e vice-presidente da República, os pedidos de registro devem ser apresentados diretamente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Já as candidaturas aos cargos de senador, deputado federal, governador e vice-governador, deputado estadual e deputado distrital devem ser registradas nos respectivos tribunais regionais eleitorais.
Dos 30 partidos registrados no TSE, 13 definiram candidatos próprios à Presidência da República. As demais legendas optaram por apoiar nomes de outros partidos ou declararam neutralidade na disputa pelo Palácio do Planalto.
A estratégia de neutralidade pode representar uma decisão para concentrar esforços nas disputas estaduais e proporcionais. Com isso, os partidos buscam ampliar a presença nas assembleias legislativas, na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, fortalecendo suas bancadas nas próximas legislaturas.
Apesar da definição durante as convenções, os nomes ainda precisam ter os pedidos de registro apresentados e analisados pela Justiça Eleitoral. Somente após essa etapa as candidaturas estarão formalmente registradas.
Depois do registro, as informações dos candidatos ficam disponíveis para consulta pública no sistema DivulgaCand, do TSE. A plataforma reúne dados sobre os pedidos de candidatura, bens declarados, situação eleitoral, contas de campanha e informações financeiras das legendas, permitindo ao eleitor acompanhar o processo de forma transparente.
Agência Brasil
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O Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ) negou o registro de candidatura de Garotinho em 11 de setembro. Entendeu que o ex-governador ainda teria os direitos políticos suspensos por condenação por improbidade administrativa.
O levantamento foi realizado entre os dias 5 a 7 de outubro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos, com 3 mil eleitores de todo o País.
No domingo (4), a aba de visualização "Brasil" do painel do TSE parou de funcionar de forma inesperada às 19h14 com uma pausa de 50 minutos na divulgação do resultado da votação para presidente.
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