Lula com faixa presidencial após pleito de 2022. Foto: Ricardo Stuckert
Um levantamento realizado pelo instituto Paraná Pesquisas, mostrou, em alguns cenários, a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sem a presença do ex-mandatário Jair Bolsonaro (PL) nas próximas eleições contra os candidatos adversários de direita para a Presidência da República. Confira abaixo os resultados:
No entanto, caso Bolsonaro estivesse apto eleitoralmente para concorrer ao cargo novamente, a pesquisa releva que o ex-presidente estaria à frente numericamente de Lula nas intenções de voto para 2026.
No levantamento, Bolsonaro alcança 37,6% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 33,6%. Apesar da diferença numérica, os dois estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
A pesquisa foi realizada entre os dias 21 e 25 de novembro de 2024, antes da divulgação do relatório final da Polícia Federal, que aponta Bolsonaro como líder de uma suposta trama golpista.
Em meio à visita de Estado do presidente da China, Xi Jinping, ao Brasil, na última quarta-feira, 20 de novembro, os governos dos dois países assinaram 37 novos acordos bilaterais.
O líder chinês foi recebido com honras militares pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama Janja da Silva, no Palácio da Alvorada, residência oficial. Eles se reuniram a portas fechadas com a participação de diversos ministros de cada lado.
Ao final da reunião, ambos deram declaração à imprensa, sem espaço para perguntas, e seguiram para um almoço no local.
Segundo a Presidência da República, os atos assinados abrangem as áreas de agricultura, comércio, investimentos, infraestrutura, indústria, energia, mineração, finanças, ciência e tecnologia, comunicações, desenvolvimentos sustentável, turismo, esportes, saúde, educação e cultura.
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A declaração inicial ocorreu após Casagrande questionar entrevistas do senador focadas em futebol, mesmo o ex-jogador ocupando uma cadeira no Senado.
A busca por um nome do Nordeste faz parte da estratégia para ampliar a presença eleitoral na região, onde o bolsonarismo enfrenta maior resistência.
Para o deputado, a decisão é resultado de um amplo diálogo com lideranças da sigla.
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