Senador Flávio Bolsonaro e a deputada federal Roberta Roma. (Foto: Divulgação)
A campanha do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República em 2026 está se movimentando nos bastidores para definir o nome que irá compor a vice da chapa.
Entre os cotados está a deputada federal Roberta Roma (PL-BA). As informações foram divulgadas pelo jornal O Globo na terça-feira (24).
O cenário ganhou novo rumo após a senadora Tereza Cristina indicar que não pretende assumir a posição, o que abriu espaço para novas articulações dentro do grupo político.
Ao comentar a possibilidade de integrar a chapa, Roberta afirmou:
“Estou focada em minha atuação política na Bahia e considero que Tereza Cristina seria o melhor nome para a vaga”.
Segundo a reportagem, a alternativa é tratada como um plano secundário, caso não avancem as negociações com outras lideranças.
A busca por um nome do Nordeste faz parte da estratégia para ampliar a presença eleitoral na região, onde o bolsonarismo enfrenta maior resistência, além de equilibrar a composição política da candidatura.
Paralelamente, a campanha retomou conversas com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, na tentativa de ampliar alianças. Até o momento, no entanto, não houve convite formal.
Outros nomes também aparecem no radar, como o da vereadora Priscila Costa (PL-CE), pré-candidata ao Senado com apoio da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, e da deputada federal Carla Dickson (PL-RN), que se filiou ao partido para disputar a reeleição.
De acordo com O Globo, a articulação por um vice nordestino tem sido conduzida por aliados próximos de Flávio, como o ex-ministro João Roma (PL-BA) e o senador Rogério Marinho (PL-RN).
O presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI), afirmou que o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), é hoje o nome mais competitivo para ocupar a vaga de vice na chapa liderada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa pelo Palácio do Planalto nas eleições deste ano.
Na avaliação de Ciro, Zema reúne "entregas e experiência", atributos que, segundo ele, ganham peso diante do cenário eleitoral concentrado no Sudeste.
"Eu acho que esta eleição será decidida no Sudeste", disse.
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Recém-empossado presidente estadual do Solidariedade, Edinazio comparou as negociações com o futebol, como a busca por "bons jogadores" (candidatos).
A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master, que tramita no Supremo. O relatório da CPI, de 221 páginas, ainda precisa ser aprovado pela comissão.
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