Eduardo Bueno e Charlie Kirk. Foto: Divulgação
O escritor e historiador Eduardo Bueno, conhecido como “Peninha”, enfrentou uma onda de críticas após publicar um vídeo em que ironizava o assassinato do ativista conservador americano Charlie Kirk. A fala repercutiu negativamente nas redes sociais, levou ao cancelamento de eventos e à suspensão de seu podcast.
No vídeo original, que circula amplamente nas redes, Peninha ironiza a morte de Kirk.
“Mataram o Charlie Kirk. Ai, coitado, tomou um tiro, não sei se na cara, o Charlie Kirk. Tem duas filhas pequenas, que bom pras filhas dele, né”.
Após a repercussão, Eduardo Bueno publicou uma retratação em suas redes sociais. O escritor admitiu que passou do limite.
“Os deslizes e excessos eventualmente nos incitam e empurram, e não restam dúvidas que cometi. Estou aqui para fazer retratação seguida de poréns”.
Apesar do pedido de desculpas, Peninha manteve críticas duras ao cenário político e reforçou seu desprezo por lideranças conservadoras. Ele afirmou que foi alvo de um “movimento orquestrado por parlamentares da extrema direita”, que teriam usado suas declarações como “cortina de fumaça” para desviar o foco da condenação de militares envolvidos em atos golpistas.
O escritor também criticou as reações ao seu post, dizendo que “80% dos comentários eram absolutamente desprezíveis e horrorosos, de um discurso de ódio”, e admitiu que de certa forma se aproximou desse tipo de retórica ao ironizar a morte de Kirk.
Mesmo assim, Peninha reiterou que mantém desprezo por figuras como Donald Trump, Marco Rubio e pelo próprio Charlie Kirk.
“Embora o assassinato sempre seja algo a ser lamentado, o mundo sem a presença de certas pessoas, como Hitler e Stalin – embora ele (Kirk) não tenha o mesmo alcance que esses aí – é um lugar que fica melhor”.
Após o episódio, empresas e parceiros comerciais se afastaram do escritor. O podcast apresentado por ele foi suspenso, e eventos que contariam com sua presença foram cancelados. A pressão por parte de grupos conservadores, intensificada por parlamentares como o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), acelerou o processo.
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