Eduardo Bolsonaro e Alexandre de Moraes. Fotos: Bruno Spad/Câmara dos Deputados e Fellipe Sampaio/STF
Nesta quarta-feira, 30 de julho, após o governo norte-americano sancionar Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) com a Lei Magnitsky, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) comemorou a decisão dos Estados Unidos.
“É um marco histórico e um alerta: abusos de autoridade agora têm consequências globais”, disse o deputado em um publicação nas redes sociais.
O parlamentar agradeceu ao Secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, e também as autoridades que se envolveram na decisão contra Moraes.
“Essa medida não é o fim de nada, mas apenas o primeiro passo para existam meios suficientes para que a gente possa resgatar nossa democracia, a harmonia entre os poderes e a normalidade das instituições”, destacou.
O deputado Eduardo Bolsonaro, aproveitou o momento para cobrar anistia ao envolvidos nos atos do 8 de Janeiro. “Chegou a hora do Congresso agir. A anistia ampla, geral e irrestrita é urgente para restaurar a paz, devolver a liberdade aos perseguidos e mostrar ao mundo que o Brasil ainda acredita na democracia”, afirmou.
“Não se trata de vingança, mas de justiça. Não se trata de política, mas de dignidade. É hora de virar a página, juntos! No fim, senhores, o caro Chesterton estava completamente certo: ‘Um dos paradoxos eternos da política humana é o fato de que apenas o homem corajoso o suficiente para desafiar os dragões pode descobrir que eles são apenas lagartos'”, acrescentou.
O deputado Eduardo Bolsonaro afirmou que "a justiça vai chegar, de um jeito ou de outro" e acrescentou que espera que isso ocorra "da forma menos dolorosa possível", pois, segundo ele, assim viria "mais rápida".
Ainda em relação ao ministro Alexandre de Moraes, Eduardo declarou que ele "não tem compaixão nem misericórdia" e completou: "É justamente por isso que ele vai cair. Se outras autoridades quiserem cair junto, é escolha delas. Isso não vai nos parar".
Nesta quarta-feira, 30 de julho, o governo dos Estados Unidos aplicou sanções contra Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). As medidas foram impostas por meio da chamada Lei Magnitsky, que permite punições a indivíduos estrangeiros acusados de corrupção ou violações graves de direitos humanos.
O nome do ministro já aparece listado no sistema oficial do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), responsável pela administração de sanções econômicas nos EUA.
Com a decisão, os Estados Unidos bloquearam qualquer bem que Moraes eventualmente possua no país. A ordem também atinge empresas ligadas diretamente a ele. A partir de agora, cidadãos e companhias americanas estão proibidos de realizar qualquer tipo de transação comercial com o magistrado.
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, divulgou um comunicado oficial em que detalha os motivos da aplicação da sanção. No texto, ele acusa Moraes de liderar uma "caça às bruxas" ilegal contra cidadãos e empresas tanto dos Estados Unidos quanto do Brasil. Bessent também menciona diretamente o ex-presidente Jair Bolsonaro como um dos alvos dessa suposta perseguição.
"Alexandre de Moraes assumiu para si o papel de juiz e júri em uma caça às bruxas ilegal contra cidadãos e empresas dos Estados Unidos e do Brasil", disse Bessent.
De acordo com o secretário americano, Alexandre de Moraes conduz uma campanha opressiva que envolve censura, prisões arbitrárias e processos com motivações políticas. Ele afirma que essas ações colocam em risco os interesses dos EUA e as liberdades de seus cidadãos.
“Moraes é responsável por uma campanha opressiva de censura, detenções arbitrárias que violam os direitos humanos e processos judicializados com motivação política, inclusive contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. A ação de hoje deixa claro que o Tesouro continuará responsabilizando aqueles que ameaçam os interesses dos EUA e as liberdades de nossos cidadãos”, afirma o secretário, em comunicado.
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