As estações fechadas foram: Cajueiro Seco, Prazeres, Monte Guararapes, Porta Larga, Aeroporto, Tancredo Neves, Shopping, Antônio Falcão, Imbiribeira e Largo da Paz.
Alberto Feitosa fala sobre o metrô do Recife. Fotos: Divulgação.
Na manhã desta quinta-feira, 28 de agosto, o deputado Coronel Alberto Feitosa usou a tribuna para comentar a paralisação do metrô na Linha Sul do Recife, que deixou parte da população sem transporte.
Um total de 10 estações foram fechadas, desde a manhã de ontem, por problemas na rede elétrica, levando cerca de 60 mil usuários a enfrentar filas nas estações de ônibus e se atrasarem para chegar ao trabalho.
“Trabalhadores do aeroporto, do shopping Recife e da região, além de estudantes foram prejudicados por mais essa suspensão do serviço que eles mesmos pagam para ter”, ressaltou o parlamentar.
As estações fechadas foram: Cajueiro Seco, Prazeres, Monte Guararapes, Porta Larga, Aeroporto, Tancredo Neves, Shopping, Antônio Falcão, Imbiribeira e Largo da Paz.
“Já foi apontado pelo próprio assessor de comunicação da CBTU - Companhia que gerencia o Metrô - que o metrô está sucateado e já recebeu planilhas que foram apresentadas ao ministro da Casa Civil, Rui Costa, mostrando a incompatibilidade dos recursos que são consumidos com o montante que é enviado pelo governo federal que prometeu investir e não investiu em manutenção, em troca de equipamentos fundamentais nem em contratação de funcionários. Aí o governo federal quer entregar essa batata quente na mão do governo de Pernambuco que diz que vai privatizar o metrô. Quem vai querer investir num equipamento sucateado desse?”, indagou Feitosa.
O Metrô do Recife enfrenta, há anos, paralisações e problemas. Desde agosto de 2024, o sistema não funciona aos domingos por causa de obras de manutenção nas linhas Centro e Sul. Confira, abaixo, alguns casos recentes:
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Dados extraídos do celular do banqueiro revelam que ele prestava contas ao ministro do STF sobre as negociações de venda do banco e sugerem diálogos a respeito do inquérito sigiloso que tramitava na Justiça Federal de Brasília.
Até o momento, não foram divulgados os nomes das pessoas supostamente envolvidas.
O veto aparece em uma das trocas de mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular do banqueiro.
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