A parlamentar contou que na infância não sofreu hostilidade e não teve o seu gênero reprimido.
03 de outubro de 2023 às 09:48
Violência política de gênero, transfobia e ativismo são alguns dos temas abordados na entrevista da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) ao programa Dando a Real com Leandro Demori, ou DR com Demori, que vai ao ar nesta terça-feira, 3 de outubro, às 22h, na TV Brasil. Na conversa, a primeira deputada federal negra e transexual eleita no Brasil falou sobre a violência e o preconceito sofridos no Parlamento nos primeiros meses de mandato. Leia também: >>>MPE pede INVESTIGAÇÃO contra PASTOR ISIDÓRIO por falas consideradas TRANSFÓBICAS contra DEPUTADA DO PSOL
“O anonimato da rua me protegia e no Congresso Nacional as ameaças, os ataques são direcionados à minha pessoa. Eu, enquanto deputada eleita, com a visibilidade que tenho, hoje talvez corra mais risco do que quando era uma adolescente perdida em uma esquina de prostituição”, disse a parlamentar.
Erika contou que na infância não sofreu hostilidade e não teve o seu gênero reprimido, mas, por causa do fundamentalismo religioso, sua mãe passou a rejeitá-la na adolescência, o que a fez sair de casa aos 14 anos, acabando na prostituição.
“É importante lembrar que 90% das mulheres transexuais e travestis vivem compulsoriamente da prostituição porque são expulsas de casa e não encontram espaço no mercado de trabalho”.
Ela também falou sobre a luta de classe, de gênero e de raça e defendeu a nomeação de uma ministra negra para o Supremo Tribunal Federal.
“Será uma glória e uma vitória sem precedentes, um recado ao Brasil”.
O DR com Demori vai ao ar às terças-feiras, às 22h, na TV Brasil. O programa também será veiculado na Rádio Nacional e na Rádio MEC, também às terças-feiras, às 23h. Agência Brasil
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Para o presidente estadual da sigla, Tecio Teles, a chegada reflete um movimento mais amplo dentro do estado.
"Com a promulgação desta lei, reafirmamos, o compromisso do nosso governo com a valorização dos profissionais da educação", disse Raquel Lyra.
Ao justificar a recusa, o órgão afirmou que a reunião dos dados poderia "sobrecarregar o órgão destinatário, desestabilizar suas operações e desorganizar suas funções".
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