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"Movimento da oposição, porque tinha perdido a narrativa", diz Daniel Coelho sobre ataques a Raquel

As declarações do político fazem referência a uma investigação da Polícia Civil (PCPE) contra um aliado do atual prefeito do Recife, João Campos (PSD).

Gabriel Alves

27 de janeiro de 2026 às 16:05   - Atualizado às 16:09

Daniel Coelho e prefeito do Recife, João Campos.

Daniel Coelho e prefeito do Recife, João Campos. Fotos: TV Globo/Reprodução e Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura

Em entrevista exclusiva concedida ao Diario de Pernambuco, nesta terça-feira, 27 de janeiro, o pré-candidato a deputado federal e secretário de Meio Ambiente do Estado, Daniel Coelho (PSD), afirmou que não tem dúvidas que os ataques contra a gestão estadual, Raquel Lyra, do mesmo partido, fazem parte de uma estratégia de cunho político vinda diretamente da oposição, em decorrência do avanço da governadora nas pesquisas e cenário eleitoral deste ano.

As declarações do político fazem referência a uma investigação da Polícia Civil (PCPE) contra um aliado do atual prefeito do Recife, João Campos (PSD), na prefeitura da cidade, o secretário Gustavo Monteiro, que foi rastreado. A oposição intitula as ações como "espionagem".

O chefe da Secretaria de Defesa Social (SDS-PE), Alessandro Caravalho, veio a público na segunda (26), em coletiva de imprensa, e afirmou que a narrativa era "falsa".

“Sem nenhuma dúvida, é um movimento direto da oposição. É um movimento político. Isso é compreensível, a gente entende. Mas é ataque, porque bateu um desespero mesmo, porque estava caindo, porque tinha perdido a narrativa”, disse Daniel, em entrevista ao Diario.

O social-democrata diz que, para a disputa governamental em 2026, João Campos liderava a corrida até o ano passado. Porém, o socialista perdeu espaço tanto nas redes sociais, que é bastante ativo, como na opinião pública. Tendo em vista o crescimento de um, e a baixa do outro, Daniel crê que o enfraquecimento de poderia ter levado a base aliada do prefeito a impulsionar a ofensiva contra Raquel.

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“João Campos era tratado como eleito no primeiro turno. Isso era o que se dizia nas ruas, na imprensa, entre políticos e na população. Hoje, não tem instituto que não diga que João está caindo e Raquel subindo. Isso gerou desespero”, afirmou.

Da redação do Portal com informações do Diario de Pernambuco.

Alfinetada de Raquel

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), voltou a destacar as realizações de sua gestão em meio a críticas de adversários políticos. Nesta terça-feira (27), por meio de suas redes sociais, ela publicou uma mensagem confiante:

“Aqui a caneta não faz barulho. Faz entrega. Resolve”, enfatizando que o foco de seu governo está em resultados concretos para a população.

Raquel Lyra tem ressaltado que sua administração prioriza obras e políticas públicas que beneficiam diretamente os pernambucanos. Entre as ações citadas estão o início das obras do Arco Metropolitano, a requalificação de estradas estaduais, reformas em hospitais e investimentos em segurança. A governadora reforça que seu trabalho busca atender a todos, sem deixar nenhuma região ou grupo de fora.

“A gente usa (a caneta) do jeito certo: para governar Pernambuco e cuidar de todos os pernambucanos, sem deixar ninguém para trás”, escreveu a governadora em sua publicação. A declaração também serve como resposta às cobranças e críticas feitas por setores de oposição, que questionam posicionamentos do governo.

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