Além da falta de peças e recursos para reparos, 137 pilotos estão afastados temporariamente, agravando ainda mais a situação. Foto: Divulgação/ IA
A Força Aérea Brasileira (FAB) enfrenta uma das maiores crises logísticas dos últimos anos: ao menos 40 aeronaves da FAB estão sem manutenção e paradas desde julho de 2025, segundo fontes internas da Aeronáutica e reportagens da imprensa nacional. O motivo é claro e alarmante: falta de orçamento para manter os aviões em operação.
A crise ganhou ainda mais visibilidade após o próprio comandante da Aeronáutica, brigadeiro Marcelo Damasceno, ser obrigado a utilizar voos comerciais para compromissos oficiais. Sem aeronaves disponíveis, o líder máximo da FAB não teve outra opção. A paralisação das aeronaves da FAB sem manutenção afeta não apenas a rotina do comando, mas também as funções estratégicas da força aérea.
Além da falta de peças e recursos para reparos, 137 pilotos estão afastados temporariamente, agravando ainda mais a situação. Em um momento em que o país enfrenta desafios internos e externos, a indisponibilidade de aeronaves da FAB sem manutenção compromete diretamente a capacidade de resposta e a soberania nacional.
A prioridade imposta pelo governo ao transporte de autoridades agrava o problema. Um decreto presidencial de 2020 estabeleceu a ordem de quem pode utilizar as aeronaves da FAB, com vice-presidente, ministros e chefes de poderes na frente da fila. Esse uso intenso esgota a frota disponível, enquanto os aviões permanecem parados, sem orçamento para reparo.
A situação escancara um conflito de prioridades: como manter a prontidão operacional da Aeronáutica se a maior parte dos recursos é usada para voos não militares? A crítica é recorrente entre oficiais da ativa e da reserva. Muitos apontam que, ao colocar o transporte de autoridades acima da manutenção da frota, o Brasil compromete o coração de sua defesa aérea.
A crescente fila de aeronaves da FAB sem manutenção é um sintoma claro de um problema estrutural. Se a tendência continuar, não só missões de rotina, mas também operações de emergência e defesa nacional estarão sob risco.
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Recém-empossado presidente estadual do Solidariedade, Edinazio comparou as negociações com o futebol, como a busca por "bons jogadores" (candidatos).
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