Feitosa e Anderson Ferreira. Foto: Divulgação
O deputado estadual Coronel Alberto Feitosa afirmou que recebeu, de pessoas próximas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, a informação de que a preferência para a disputa ao Senado passou a ser o presidente do PL em Pernambuco, Anderson Ferreira.
Com isso, o parlamentar decidiu declarar apoio ao presidente do partido, mesmo após defender inicialmente o nome de Gilson Machado Neto. Feitosa relatou que buscou agir com equilíbrio antes de tornar a decisão pública.
“Me dou bem com os dois lados, mas eu tinha que tomar uma decisão. As coisas na política evoluem e temos buscar a união. Não dá para continuar nessa briga eterna”, afirmou ao Blog Dantas Barreto nesta sexta-feira (5).
O deputado reconheceu que Anderson Ferreira conseguiu avançar mais na construção da pré-candidatura. Ele citou que o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, reuniu lideranças da sigla para tratar do tema.
Segundo Feitosa, “Gilson não foi descartado, mas a situação mudou”. Ele também relembrou episódios recentes envolvendo o ex-ministro do Turismo. “Gilson Machado foi destituído da presidência do PL no Recife por determinação do comando nacional, houve nova troca e ele não voltou”, destacou.
Feitosa ainda afirmou que não tem informações sobre eventual influência da prisão de Jair Bolsonaro no processo, embora o ex-presidente tivesse declarado apoio a Gilson anteriormente.
Antes de anunciar sua posição, Feitosa conversou com deputados federais e estaduais do partido. Todos, segundo ele, afirmaram que iriam acompanhar a indicação nacional em favor de Anderson Ferreira.
O parlamentar ressaltou o histórico político do correligionário, citando sua atuação como deputado federal e como prefeito de Jaboatão dos Guararapes, além de lembrar que Anderson segue como presidente estadual do PL.
Feitosa reiterou que defende candidatura própria do PL ao Governo do Estado e aguarda a definição sobre quantas vagas ao Senado o partido apresentará. Para ele, a prioridade no momento é fortalecer a sigla.
“Temos que entregar votos e ampliar as bancadas na Câmara Federal e na Assembleia Legislativa”, enfatizou.
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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