Deputada federal Clarissa Tércio. Foto: Divulgação
A deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) publicou, na quarta-feira, 17 de junho, um vídeo nas redes sociais em que critica os temas discutidos na Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados. A parlamentar questionou a quantidade de pautas voltadas para a população LGBTQIA+ e defendeu uma maior atenção a assuntos relacionados às mulheres e às pessoas com deficiência.
No vídeo, Clarissa Tércio aparece durante uma reunião da comissão e manifesta sua insatisfação com os assuntos incluídos na pauta do dia. Segundo a deputada, ela esperava encontrar discussões mais direcionadas a problemas que, em sua avaliação, afetam diretamente diferentes grupos da população brasileira.
Ao comentar os temas analisados pelo colegiado, a parlamentar afirmou que se surpreendeu com o conteúdo da pauta apresentada. “Quando eu peguei a pauta eu pensei que estava em uma comissão gay”, disse a deputada.
Nas imagens divulgadas pela própria parlamentar, ela conversa com a presidente do colegiado, a deputada federal Alice Portugal (PCdoB-BA). Durante o diálogo, Clarissa apresenta suas críticas sobre os temas que estavam sendo discutidos pelos parlamentares. Além da gravação, a deputada publicou uma legenda reforçando sua posição sobre o assunto.
"A Comissão de Direitos Humanos deveria tratar dos problemas que realmente afetam os brasileiros. Mas, infelizmente, tem servido como instrumento para políticos de esquerda promoverem suas pautas ideológicas. Está na hora de deixar a militância política de lado e começar a trabalhar pelos interesses reais do povo brasileiro", destacou.
A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados reúne parlamentares responsáveis por analisar propostas, discutir políticas públicas e acompanhar temas relacionados à garantia de direitos e à proteção de grupos sociais diversos. Entre os assuntos debatidos pelo colegiado estão pautas ligadas a mulheres, crianças, idosos, pessoas com deficiência, povos tradicionais, população negra, população indígena e comunidade LGBTQIA+.
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