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CLARISSA TÉRCIO critica mudança que prevê CORTES NO BPC proposta pelo governo Lula

Atualmente, o benefício é destinado a idosos e pessoas com deficiência que possuem renda familiar per capita de até 1/4 do salário mínimo.

Ricardo Lélis

17 de dezembro de 2024 às 20:37   - Atualizado às 20:38

Lula, Fernando Haddad e Clarissa Tércio.

Lula, Fernando Haddad e Clarissa Tércio. Foto: Arte/Portal de Prefeitura

A deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) manifestou, nesta terça-feira, 17 de dezembro, contra ao projeto enviado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Câmara dos Deputados que sugere mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC). 

Segundo a parlamentar, as alterações propostas podem prejudicar diretamente idosos e pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade.  

Atualmente, o BPC é destinado a idosos e pessoas com deficiência que possuem renda familiar per capita de até 1/4 do salário mínimo.

Contudo, o projeto do governo sugere incluir, no cálculo da renda, valores recebidos por membros da família por meio de outros benefícios sociais.

Para Tércio, essa mudança poderá reduzir o acesso ao benefício, dificultando que mais de uma pessoa na mesma família o receba.  

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Outro ponto polêmico do projeto é a inclusão, no cálculo da renda familiar, dos ganhos de cônjuges que não residem na mesma casa.

A medida tem sido criticada por parlamentares da oposição, que apontam o impacto negativo nas famílias mais vulneráveis.  

"O governo Lula comete um crime ao querer cortar o BPC de muitas famílias que precisam. Esse benefício é um direito básico para ajudar pessoas com deficiência, idosos de baixa renda, pessoas que não têm condições de se sustentar. Cortar o BPC é pôr fim a única fonte de sustento de famílias que enfrentam muitas dificuldades”, disse Clarissa.

Clarissa Tércio afirmou que atuará na Câmara para evitar que as mudanças sejam aprovadas como estão.

Clarissa critica corte na educação

O governo federal anunciou um bloqueio de R$ 5,5 bilhões no orçamento de 2025, com R$ 1,6 bilhão atingindo diretamente a educação.

A decisão, que inclui cortes em escolas, universidades e programas fundamentais, gerou fortes críticas de lideranças políticas, como a deputada ferdetal Clarissa Tércio.

Para a parlamentar, a medida representa uma ameaça ao futuro do país, comprometendo a formação de jovens e dificultando avanços em áreas cruciais.

"Enquanto isso, milhões continuam sendo gastos em regalias, privilégios e despesas supérfluas. O que realmente importa segue fora das prioridades", escreveu a parlamentar em uma publicação na sua rede social.

Os cortes também reacenderam o debate sobre as prioridades do governo federal. Além da educação, outras áreas importantes terão recursos reduzidos, agravando os desafios enfrentados por serviços essenciais.

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