Lula, Fernando Haddad e Clarissa Tércio. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
O governo federal anunciou um bloqueio de R$ 5,5 bilhões no orçamento de 2025, com R$ 1,6 bilhão atingindo diretamente a educação. A decisão, que inclui cortes em escolas, universidades e programas fundamentais, gerou fortes críticas de lideranças políticas, como a deputada ferdetal Clarissa Tércio.
Para a parlamentar, a medida representa uma ameaça ao futuro do país, comprometendo a formação de jovens e dificultando avanços em áreas cruciais.
"Enquanto isso, milhões continuam sendo gastos em regalias, privilégios e despesas supérfluas. O que realmente importa segue fora das prioridades", escreveu a parlamentar em uma publicação na sua rede social.
Os cortes também reacenderam o debate sobre as prioridades do governo federal. Além da educação, outras áreas importantes terão recursos reduzidos, agravando os desafios enfrentados por serviços essenciais.
Críticos apontam a contradição entre o discurso de fortalecimento do ensino e as decisões orçamentárias que, na prática, enfraquecem o setor. Organizações educacionais e especialistas têm se manifestado contra os cortes, alertando para consequências.
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A eleição presidencial é decidida em segundo turno quando nenhum candidato obtém mais da metade dos votos válidos no primeiro turno.
Até às 20h51, 99,87% das urnas haviam sido totalizadas, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Com 93,14% das seções totalizadas, nenhum dos candidatos alcançou a quantidade necessária de votos para definir a disputa presidencial no primeiro turno.
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