A Justiça do Rio negou recurso de apelação da ex-deputada federal Flordelis e, por unanimidade, a condenação a 50 anos de prisão pelo assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo, em 2019, foi mantida.
O Estadão procurou a defesa da ex-parlamentar, mas não obteve retorno.
Outras três pessoas envolvidas na morte do pastor também tiveram as condenações mantidas pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) - a filha da ex-deputada Simone dos Santos Rodrigues e os dois filhos Adriano dos Santos Rodrigues e Carlos Ubiraci Francisco da Silva.
Além disso, a decisão do Tribunal do Júri de Niterói, que absolveu os outros três acusados de participação no crime, foi anulada. Por isso, a neta de Flordelis Rayane dos Santos e os dois filhos adotivos Marzy Teixeira e André Luiz de Oliveira serão submetidos a novo julgamento.
A ex-parlamentar, também cantora gospel e pastora evangélica, foi condenada, em 2022, por homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio duplamente qualificado, uso de documento falso e associação criminosa armada.
Em junho de 2019, o marido dela foi assassinado a tiros na porta da casa da família, em Niterói, região metropolitana do Rio. Dois dias depois, um dos filhos adotivos de Flordelis, acusada de ser a mandante do homicídio, confessou o crime e foi preso.
A pastora foi eleita deputada federal em 2018 pelo PSD com 196 959 votos. Em agosto de 2021, teve seu mandato cassado e foi presa preventivamente. No dia 13 de novembro de 2022, ao final do julgamento que se estendeu por sete dias, foi condenada a 50 anos e 28 dias de prisão.
Estadão Conteúdo
1
3
19:15, 08 Set
27
°c
Fonte: OpenWeather
Segundo a decisão de André Mendonça, o diretor-geral teve participação no monitoramento ilegal do ministro durante o mês de agosto, quando ao menos seis relatórios internos foram produzidos.
O grupo representa a maior parte do Legislativo sertaniense e fortalece a presença do candidato na região durante a campanha eleitoral
A avaliação de interlocutores próximos ao presidente é de que o governo precisa apresentar uma resposta capaz de reduzir a tensão.
mais notícias
+