O comunicado foi divulgada pela Via Varejo, empresa detentora da rede de lojas.
16 de agosto de 2023 às 16:48
A Via Varejo, empresa dona das Casas Bahia, anunciou uma revisão significativa em seu plano de negócios recém-anunciado no dia 10 de agosto. A reestruturação envolve uma redução de até R$ 1 bilhão nos investimentos e ajustes na forma de captação de recursos para financiamento de crédito. Essa mudança foi catalisada pelas transformações na alta administração da empresa, que ocorreram durante o segundo trimestre deste ano. Leia também: >>>Prefeitura abre PROCESSO SELETIVO de NÍVEL FUNDAMENTAL E MÉDIO; CONFIRA ONDE E COMO SE INSCREVER Essa iniciativa estratégica responde à pressão sobre a margem de lucro da empresa. Para enfrentar esse cenário, a Via planeja reduzir a quantidade de lojas. Está previsto o fechamento de 50 a 100 estabelecimentos ainda neste ano, os quais têm demonstrado prejuízo. Essa medida levará à diminuição do quadro de funcionários. Além disso, a Via realizará ajustes nos canais de vendas, privilegiando produtos que atualmente não geram lucro substancial, principalmente aqueles de menor valor dentro de sua plataforma de marketplace. Nos últimos meses, cerca de seis mil colaboradores já foramd esligados da empresa. A Casas Bahia ambém anunciou que que novas demissões estão previstas como parte de um processo de "redução de pessoal". “Esse ajuste das 100 lojas vai trazer uma liberação de estoques de R$ 200 milhões”, afirmou o presidente da empresa. Filho do fundador das Casas Bahia acusado de exploração sexual A Justiça do Trabalho condenou o empresário Saul Klein, filho do fundador das Casas Bahia, Samuel Klein, já falecido, ao pagamento de R$ 30 milhões, por explorar sexualmente adolescentes e mulheres e sujeitá-las a trabalhos análogos à escravidão.
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Para o presidente estadual da sigla, Tecio Teles, a chegada reflete um movimento mais amplo dentro do estado.
"Com a promulgação desta lei, reafirmamos, o compromisso do nosso governo com a valorização dos profissionais da educação", disse Raquel Lyra.
Ao justificar a recusa, o órgão afirmou que a reunião dos dados poderia "sobrecarregar o órgão destinatário, desestabilizar suas operações e desorganizar suas funções".
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