De acordo com o influenciador, a escolha teve relação direta com vivências pessoais e com os efeitos de políticas públicas em sua trajetória e na vida de seus familiares.
Lula e Carlinhos Maia. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
O influenciador Carlinhos Maia falou sobre seu posicionamento político e detalhou os motivos que o levaram a declarar apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022. A fala foi feita durante entrevista a Leo Dias.
De acordo com Carlinhos, a escolha teve relação direta com vivências pessoais e com os efeitos de políticas públicas em sua trajetória e na vida de seus familiares. Ainda assim, afirmou que não pretende se posicionar no pleito deste ano.
Ao comentar sobre rótulos ideológicos, Carlinhos ressaltou que não se vê ligado a nenhum grupo político:
“Muitos acham que eu sou de direita, outros acham que eu sou de esquerda. Eu sou de nada!”, declarou.
Perguntado se havia manifestado apoio na última eleição presidencial, respondeu:
“Ah, sim, do Lula eu declarei”.
Segundo o influenciador, a decisão foi motivada por reconhecimento:
“Eu declarei apoio naquela eleição por gratidão”, disse.
O influenciador também recordou sua juventude em Penedo, no interior de Alagoas, ao explicar o contexto de sua escolha:
“Eu morava numa cidade do interior, Penedo, e, quando eu era estudante, o Lula levou uma escola técnica para lá”, contou.
Ele relatou que estudou no Instituto Federal de Alagoas (IFAL) e destacou o impacto do auxílio financeiro que recebia:
“Eu passei nessa escola técnica e tinha uma bolsa de R$ 400. Para mim, como pobre nordestino, ele foi incrível”, afirmou. “Ele olhou para aquela terra”, pontuou.
Carlinhos ainda mencionou outras iniciativas que, segundo ele, beneficiaram diretamente sua família:
“Na mesma sequência, levou uma faculdade para uma cidade de 60 mil habitantes”, disse.
“E cisternas para minhas tias, que não tinham água”, completou. “Como é que eu não ia declarar?”, questionou.
Apesar do apoio declarado em 2022, o influenciador garantiu que adotará postura diferente nas próximas eleições:
“Nessa próxima eleição, eu não vou declarar nada”, garantiu. “Vou ficar calado. Não estou nem aí!”.
2
4
21:01, 03 Mar
28
°c
Fonte: OpenWeather
Sem dar mais detalhes sobre os episódios, a primeira-dama usou o exemplo para defender a vulnerabilidade das mulheres a esse tipo de violência.
A medida impõe que tanto a Câmara dos Deputados quanto o Senado tenham 45 dias para deliberar o tema, sob pena de trancamento da pauta.
O índice de confiança é de 95%, com margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O estudo está registrado na Justiça Eleitoral sob o código BR-09353/2026.
mais notícias
+