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Atentado no STF: PF conclui investigações e afirma que "homem-bomba" agiu sozinho

No dia 13 de novembro de 2024, uma sequência de explosões na Praça dos Três Poderes fez o local ser isolado pela Polícia Militar.

Gabriel Alves

29 de abril de 2025 às 16:10   - Atualizado às 16:30

Responsável por atentado no STF e dia do ataque.

Responsável por atentado no STF e dia do ataque. Fotos: Reprodução e Agência Senado. Arte: Portal de Prefeitura

A Polícia Federal (PF) finalizou as investigações sobre o atentado ocorrido na Praça dos Três Poderes, em Brasília, nas proximidades do Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com o relatório, Francisco Wanderley Luiz cometeu o crime sozinho, sem apoio financeiro ou operacional de terceiros. A motivação, segundo a PF, foi o extremismo político.

Durante a apuração, os investigadores utilizaram diversos recursos técnicos. Houve análise detalhada das comunicações do suspeito, além da quebra de sigilo bancário e fiscal. A Polícia Federal também realizou perícias nos locais ligados ao atentado, ouviu mais de dez testemunhas e reconstruiu, em ordem cronológica, todos os passos do autor antes e durante o ataque.

A PF encaminhou as conclusões da investigação ao Supremo Tribunal Federal na semana passada. No entanto, o relatório só foi incluído no sistema da Corte na segunda-feira, 28 de abril.

Relembre caso

Uma sequência de explosões na Praça dos Três Poderes fez o local ser isolado pela Polícia Militar. O corpo de um homem foi encontrado no local após os estrondos.

Segundo o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, esse homem morreu em área próxima ao prédio do Supremo Tribunal Federal (STF).

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A Polícia Federal foi acionada e enviou agentes para a Praça. Ministros da Corte foram retirados às pressas da sede do tribunal.

O barulho pôde ser ouvido tanto do prédio do Supremo como do Palácio do Planalto. Na Sede do STF, os servidores foram levados por seguranças para uma sala segura.

Nas redes sociais também já circulam imagens de um carro explodindo no estacionamento da Câmara dos Deputados. Essa segunda explosão ocorreu em região que também fica próxima à Praça dos Três Poderes.

Em nota, a Polícia Civil do DF informou que policiais da 5ª Delegacia de Polícia estão no local e confirmou pelo menos uma das explosões em frente ao Supremo nesta quarta-feira, 13.

"A PCDF já deu início às primeiras providências investigativas e a perícia foi acionada ao local", diz a nota.

Segundo relatos de servidores do STF, após ser ouvida a explosão perto do prédio, seguranças também teriam cuidado do isolamento do edifício e assegurado que ministros da Corte fosse escoltados para outro local.

Em nota, o STF também confirmou as explosões.

"Ao final da sessão do STF desta quarta-feira (13), dois fortes estrondos foram ouvidos e os ministros foram retirados do prédio em segurança. Os servidores e colaboradores do edifício-sede foram retirados por medida de cautela. Mais informações sobre as investigações devem aguardar o desenrolar dos fatos. A Segurança do STF colabora com as autoridades policiais do DF", diz a nota

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