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Assessor de Trump critica Alexandre de Moraes e diz que Brasil deve "conter ministro descontrolado"

Em sua publicação, Landau classificou Moraes como "violador de direitos humanos" e afirmou que ele já foi sancionado por Washington.

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17 de setembro de 2025 às 16:14   - Atualizado às 16:22

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump e Ministro do STF, Alexandre de Moraes.

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump e Ministro do STF, Alexandre de Moraes. Foto: Montagem Portal/Casa Branca/Divulgação

As relações diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos voltaram a se estremecer após declarações do subsecretário do Departamento de Estado americano, Christopher Landau, feitas nesta quarta-feira (17), em sua conta oficial no X (antigo Twitter). Landau, que atualmente integra a equipe do ex-presidente Donald Trump, afirmou que os EUA esperam que o Brasil “contenha o descontrolado ministro do STF Alexandre de Moraes antes que ele destrua completamente a relação que nossos grandes países desfrutam há mais de dois séculos”.

A crítica pública foi feita em reação a uma reportagem da revista Newsweek, publicada na terça-feira (16), que tratava do caso da brasileira Flávia Magalhães, moradora da Flórida e também cidadã americana. Ela é alvo de um mandado de prisão expedido por Moraes, em razão de postagens feitas nas redes sociais com críticas ao Judiciário brasileiro a partir de 2022. De acordo com a revista, a ordem de detenção foi emitida em fevereiro de 2024, mas Magalhães segue vivendo nos Estados Unidos.

Em sua publicação, Landau classificou Moraes como “violador de direitos humanos” e afirmou que ele já foi sancionado por Washington. Ele ainda declarou que os EUA “não permitirão que Moraes estenda seu regime de censura ao nosso território”.

A declaração de Landau acirra a tensão entre o Judiciário brasileiro e o governo americano, especialmente após a recente condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na segunda-feira (15), o atual secretário de Estado americano, Marco Rubio, já havia ameaçado impor novas sanções contra o Brasil, em resposta ao que chamou de “criminalização da oposição política”.

Até o momento, nem o Supremo Tribunal Federal nem o ministro Alexandre de Moraes se manifestaram oficialmente sobre a nova crítica americana. Em outras ocasiões, Moraes afirmou que as sanções internacionais contra ele foram baseadas em “desinformação”.

O caso reacende o debate sobre os limites da jurisdição brasileira em relação a cidadãos com dupla nacionalidade que residem no exterior, além de aprofundar o embate político-ideológico que tem marcado as relações entre o Brasil e os Estados Unidos nos últimos anos, especialmente em temas ligados à liberdade de expressão e perseguição política.

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